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As Mensagens Angélicas

By Ministério 4 Anjos

Carta aos líderes da Igreja Adventista do Sétimo Dia

Prezado Sr. Pastor,

 

A Igreja Adventista do Sétimo Dia recebeu uma verdade da parte de Deus quanto a quem deveria ser reconhecido como Deus, e portanto receber a adoração. Jesus, em Sua infinita misericórdia, revelou a esta igreja que Ele levantou e escolheu para ser Sua, através do testemunho que deu à Sua serva Ellen G. White, que Ele e Seu Pai estiveram juntos no monte Sinai, proclamando os Dez Mandamentos. Para que não houvesse dúvidas quanto a esta questão, Jesus deu a ela mais de um testemunho declarando isto, como vemos abaixo:

 

“Até quando recusareis guardar os Meus mandamentos e as Minhas leis?” Êxo. 16:28. Para que não houvesse erro quanto a essa questão, o Pai e o Filho desceram sobre o Monte Sinai, e ali foram os preceitos de Sua lei declarados com solene majestade aos ouvidos de todo o Israel. Manuscrito 3, 1885.” Meditação Matinal Cristo Triunfante – pág. 109

 

Quando eles [Israel] chegaram ao Sinai, Ele aproveitou a ocasião para refrigerar-lhes o espírito com relação a Suas reivindicações. Cristo e o Pai, lado a lado no monte, proclamaram com solene majestade os Dez Mandamentos. Historical Sketches, pág. 231.Evangelismo, pág. 616

 

“O testemunho de Jesus é fiel e dá sabedoria aos simples” Salmo 19:7. Deus não muda. O que disse, está dito. E as palavras que nos deu pelos testemunhos acima não nos deixam sombras para dúvidas – foram Jesus Cristo e Deus o Pai quem proclamaram os Dez Mandamentos. E o que disseram Eles, ao início desta proclamação?

 

não terás outros deuses diante de Mim” Ex. 20:3.

 

Um mandamento breve, simples e autorizado, para ser obedecido pela fé em Jesus por todos os que desejarem participar do concerto da graça, mostra que o Pai e Jesus Cristo, que proclamaram a lei, consideram como transgressão de mandamento o reconhecimento de qualquer outro ser como “Deus”. A transgressão deste mandamento consiste-se no pecado de idolatria, e a “alma que pecar, esta morrerá”.

 

Embora Deus tenha declarado de forma tão misericordiosa e clara a verdade para Sua igreja, seus líderes colocaram por sua própria conta, um terceiro deus – Espírito Santo, como sendo digno de adoração, juntamente com o Pai e o Filho. Fizeram isto em 1931, por meio de uma declaração de crenças, e ratificaram em 1980. Qual a alegação dada para a mudança? “Ellen G. White mudou seu entendimento, e a partir de 1898 escreveu testemunhos que favorecem e endossam esta mudança”. Esta alegação foi apresentada perante os pastores departamentais e distritais, e perante os membros da igrejas através do livro intitulado “A Trindade”.

 

Seria isto verdade? É Deus homem para que mude? O Deus Onisciente responde a esta alegação dos líderes da Conferência Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia por palavras que autorizou Sua própria serva, Ellen G. White, escrever, em 1906:

Compreendi que alguns estavam ansiosos de saber se a Sra. White mantinha os mesmos pontos de vista de anos atrás, quando a haviam ouvido falar no bosque do hospital, no Tabernáculo e nas reuniões campais realizadas nos subúrbios de Battle Creek. Assegurei-lhes que a mensagem que ela apresenta hoje é a mesma que tem apresentado durante os sessenta anos de seu ministério público. Ela tem a fazer para o Mestre o mesmo serviço que sobre ela foi posto em sua juventude. Recebe lições do mesmo Instrutor. As instruções a ela dadas, são: "Dá a conhecer a outros o que te tenho revelado. Escreve as mensagens que te dou, para que o povo as tenha." Isto é o que ela tem-se esforçado por fazer. 

Tenho escrito muitos livros, e tem-lhes sido dada ampla circulação. De mim mesma eu não poderia haver salientado a verdade contida nesses livros, mas o Senhor tem-me dado o auxílio de Seu Santo Espírito. Esses livros, transmitindo as instruções a mim dadas pelo Senhor durante os sessenta anos passados, contêm esclarecimentos do Céu, e resistirão à prova da investigação

Na idade de setenta e oito anos, estou ainda lidando. Estamos todos nas mãos do Senhor. Confio nEle; pois sei que Ele nunca deixará nem abandonará os que nele põem a confiança. Tenho-me entregue a Sua guarda. 

“E dou graças ao que me tem confortado, a Cristo Jesus Senhor nosso, porque me teve por fiel, pondo-me no ministério.” I Tim. 1:12” Review and Herald, 26 de julho de 1906(Mensagens Escolhidas, Vol. 1, pág. 35)

Em palavras de Ellen G. White, vemos que ela não mudou seu entendimento como alegam os líderes da Conferência Geral da IASD que os membros da igreja acreditem. Em 1906, disse em palavras claras que continuava transmitindo e pregando a verdade que recebeu nos seus primeiros anos de ministério. Havia recebido a ordem direta de Jesus Cristo para escrever que foram Deus o Pai e Ele, Jesus Cristo, que proclamaram juntamente no monte Sinai os Dez Mandamentos, dos quais o primeiro dizia: “não terás outros deuses diante de Mim”. Continuou crendo assim, como ela mesma disse. Assim, reconhecer um terceiro deus como digno de adoração continuou a constituir-se pecado de idolatria tanto quanto Ellen G. White estava viva, quanto no ano de 1931 (quando a IASD acrescentou a crença na “trindade” ao seu credo) e até aos dias de hoje. Diante de Deus, a Igreja Adventista do Sétimo Dia, aquela que Ele levantou e tão graciosamente favoreceu por meio dos testemunhos de Jesus e por manifestações de Seu Espírito no passado, encontra-se a anos em pecado aberto de idolatria. Seus líderes humanos, os dirigentes da Conferência Geral, durante décadas, ao invés de se voltarem para o Senhor em arrependimento, têm trabalhado ativamente para estabelecer esta idolatria em todo o arraial de Israel moderno, as igrejas adventistas em todo o mundo. O resultado deste afastamento do Senhor pela apostasia da verdade, está claramente manifesto aos nossos olhos. Escândalos de toda a espécie envolvendo pastores e membros da IASD aparecem quase que diariamente em todas as partes do mundo. A piedade prática manifesta por pastores e membros no cuidado para com os pobres e sofredores diminuiu consideravelmente. A luta pelo poder e cargos de influência é vista em quase toda a igreja, associação, união e divisão desta denominação, e os sermões exaltando a lei de Deus e convidando o povo a receber o Seu favor por meio do arrependimento dos pecados e fé em Jesus estão quase extintos dos púlpitos adventistas.

 

Contudo, apesar do estado de idolatria e apostasia generalizada que se estabeleceu, Deus ainda não rejeitou a Igreja que escolheu. Oferece a reconciliação com Ele, mediante o único caminho pelo qual isto é possível – arrependimento, confissão e abandono deste pecado de idolatria (crença na “trindade”), e manifestação de fé genuína no Senhor Jesus Cristo. Caso houvesse apenas uma pessoa cometido pecado, ela poderia ser reconciliada individualmente com Deus. Todavia, na situação atual, a crença na doutrina da “trindade” foi espalhada com a anuência dos líderes da Conferência Geral para toda as igrejas desta denominação em todo o mundo. Esta idolatria tornou-se um pecado dos sacerdotes (pastores) e da congregação (membros). Em casos como este, Deus estabeleceu claramente, por meio do ritual do santuário terrestre, tipo do que ocorre no Céu, como pode esta denominação, a Igreja Adventista do Sétimo Dia, ser reconciliada com Ele e obter o Seu favor.

 

Se toda a congregação de Israel errar, sendo isso oculto aos olhos da assembléia, e eles tiverem feito qualquer de todas as coisas que o Senhor ordenou que não se fizessem, assim tornando-se culpados; quando o pecado que cometeram for conhecido, a assembléia oferecerá um novilho como oferta pelo pecado, e o trará diante da tenda da revelação.


 Os anciãos da congregação porão as mãos sobre a cabeça do novilho perante o Senhor; e imolar-se-á o novilho perante o Senhor.

 

Então o sacerdote ungido trará do sangue do novilho à tenda da congregação; e o sacerdote molhará o dedo no sangue, e o espargirá sete vezes perante o Senhor, diante do véu.
E do sangue porá sobre as pontas do altar, que está perante o Senhor, na tenda da revelação; e todo o resto do sangue derramará à base do altar do holocausto, que está diante da tenda da revelação. E tirará dele toda a sua gordura, e queimá-la-á sobre o altar.
 

Assim fará com o novilho; como fez ao novilho da oferta pelo pecado, assim fará a este; e o sacerdote fará expiação por eles, e eles serão perdoados.
 

Depois levará o novilho para fora do arraial, e o queimará como queimou o primeiro novilho; é oferta pelo pecado da assembléia.” Lev. 4:13-21

 

O simbolismo do ritual apresentado acima para o perdão dos pecados cometidos por toda a congregação, mostra como, no santuário celestial, pode Deus trazer a IASD, a igreja que escolheu, novamente ao seu favor.

 

“Se toda a congregação errar...quando o pecado que cometeram for conhecido, a assembléia oferecerá um novilho como oferta pelo pecado, e o trará diante da tenda” Lev. 4:13, 14

 

Espera Deus que os membros desta denominação se voltem com o coração humilhado e contrito por terem desonrado ao Senhor por meio de sua transgressão, e manifestem arrependimento pelo pecado de idolatria que têm cometido aceitando esta doutrina da “trindade”. Devem apresentar suas orações a Deus mediante a fé em Jesus, pedindo que perdoe seu pecado em nome dEle, Jesus, a verdadeira oferta pelo pecado dada na cruz do Calvário.

 

Os anciãos da congregação porão as mãos sobre a cabeça do novilho perante o Senhor; e imolar-se-á o novilho perante o Senhor.” Lev. 4:15
 

“Assim fará com o novilho; como fez ao novilho da oferta pelo pecado, assim fará a este; e o sacerdote fará expiação por eles, e eles serão perdoados.” Lev. 4:20
 

Como no passado os líderes de Israel deveriam confessar o pecado nacional perante Deus, devem hoje os líderes da Conferência Geral, os mais culpados pela instalação e pela continuidade desta apostasia que já perdura décadas dentro da IASD, deverão confessar seu pecado de idolatria a Deus, pedindo a Ele que perdoe o seu pecado por meio de Jesus, nosso Sumo Sacerdote, pelos méritos de Seu Sangue derramado na cruz. Jesus então fará expiação pelo pecado desta denominação, e este será perdoado. Desta forma, a Igreja Adventista do Sétimo Dia voltará ao favor de Deus.

 

Podem os líderes, alegar: mas como saberão os 13 milhões de membros desta denominação que devem confessar este pecado para obterem o favor de Deus? Simples. Caso haja verdadeiro arrependimento e humilhação de coração, os líderes da Conferência Geral poderão utilizar os mesmos recursos que utilizam para propagar a idolatria (crença na “trindade”), e informar a todos os seus membros, marcando um dia mundial de humilhação e confissão perante o Senhor. Tal como já fizeram os bons reis de Israel do passado que temeram ao Senhor e se volveram a ele de todo o coração, podem “apregoar um jejum” em todo o povo e obter novamente o favor do Senhor. Tal como já ocorreu no passado, pode ocorrer hoje:

 

“Ora, sucedeu que, no terceiro ano de Oséias, filho de Elá, rei de Israel, começou a reinar Ezequias, filho de Acaz, rei de Judá....

Ele fez o que era reto aos olhos do Senhor, conforme tudo o que fizera Davi, seu pai. Tirou os altos, quebrou as colunas, e deitou abaixo a Asera; e despedaçou a serpente de bronze que Moisés fizera (porquanto até aquele dia os filhos de Israel lhe queimavam incenso), e chamou-lhe Neüstã.
 

Confiou no Senhor Deus de Israel, de modo que depois dele não houve seu semelhante entre todos os reis de Judá, nem entre os que foram antes dele. Porque se apegou ao Senhor; não se apartou de o seguir, e guardou os mandamentos que o Senhor ordenara a Moisés.” II Reis 18:1, 3-6

 

Fez vir os sacerdotes e os levitas e, ajuntando-os na praça oriental, disse-lhes: Ouvi-me, ó levitas; santificai-vos agora, e santificai a casa do Senhor, Deus de vossos pais, e tirai do santo lugar a imundícia. Porque nossos pais se houveram traiçoeiramente, e fizeram o que era mau aos olhos do Senhor nosso Deus; deixaram-no e, desviando os seus rostos da habitação do Senhor, voltaram-lhe as costas.

 

Agora tenho no coração o propósito de fazer um pacto com o Senhor, Deus de Israel, para que se desvie de nós o ardor da sua ira. Filhos meus, não sejais negligentes, pois o Senhor vos escolheu para estardes diante dele a fim de o servir, e para serdes seus ministros e queimardes incenso.” II Crônicas 29:4-6, 10, 11
 

“Depois disso Ezequias enviou mensageiros por todo o Israel e Judá, e escreveu cartas a Efraim e a Manassés, para que viessem à casa do Senhor em Jerusalém, a fim de celebrarem a páscoa ao Senhor Deus de Israel.” II Crônicas 30:1

 

“Acabado tudo isso, todos os israelitas que ali estavam saíram às cidades de Judá e despedaçaram as colunas, cortaram os aserins, e derrubaram os altos e altares por toda a Judá e Benjamim, como também em Efraim e Manassés, até os destruírem de todo. Depois voltaram todos os filhos de Israel para as suas cidades, cada um para sua possessão.” II Crônicas 31:1

 

Assim o Senhor era com ele; para onde quer que saísse prosperava.” II Reis 18:7

 

A obra efetuada por Ezequias no passado é a obra que o Senhor espera dos líderes da Conferência Geral e dos membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia, para que voltem ao favor de Deus, e Ele os faça prosperar hoje como o fez no passado. Deus pode aceitar a confissão de indivíduos membros desta igreja para o perdão dos seus próprios pecados e reconciliação com Ele mediante o sangue de Jesus, mas a confissão individual nunca trará a IASD novamente ao favor de Deus. Segundo a ordem do santuário celestial, ensinada por Ele aos homens através do santuário típico, somente uma obra coletiva de reforma precedida de arrependimento genuíno, iniciada pelos líderes da Conferência Geral, cumpre as condições estabelecidas por Deus para que esta Igreja torne a obter o Seu favor.

 

A menos que se arrependa e converta a igreja que agora está a levedar-se com sua apostasia, comerá do fruto de seus próprios atos, até que se aborreça a si mesma. Quando resistir ao mal e escolher o bem, quando buscar a Deus com toda a humildade e alcançar sua alta vocação em Cristo, permanecendo na plataforma da verdade eterna, e pela fé lançar mão dos dons que para ela se acham preparados, então será curada. Aparecerá então na simplicidade e pureza que Deus lhe deu, separada de embaraços terrenos, mostrando que a verdade com efeito a libertou. Então seus membros serão na verdade os escolhidos de Deus, os Seus representantes. Testemunhos Seletos, vol. 3, págs. 251, 252 e 254. “ Eventos Finais, pág. 60

 

O Senhor diz para os líderes e membros desta denominação: Será isto humilhante e dolorido para vós – reconhecer o erro? Certamente não o será tanto quanto serão as amargas confissões dos servos maus, despreparados e perdidos, que enfrentarem o Senhor Jesus vindo em glória pela segunda vez à Terra, sabendo que estão condenados a sofrer a segunda morte. O Senhor é misericordioso e perdoa ao culpado. “O homem para quem olharei é este”, diz Ele, “o aflito e abatido de espírito e que treme da Minha palavra” Isaías 66:2. Ele favorece os contritos de coração e os esconde no Seu pavilhão. Deseja acolher os líderes e membros desta igreja que um dia escolheu, e trazê-los novamente ao Seu favor, fazendo deles os Seus filhos. Como diz o testemunho acima, dado por Jesus à Sua serva, quando houver esta obra de reforma precedida de arrependimento, “Então seus membros serão na verdade os escolhidos de Deus, os Seus representantes”.

 

“Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados, a fim de que, pela presença do Senhor, venham os tempos do refrigério, e que envie ele o Cristo, que já vos foi designado, Jesus” Atos 3:19

 

As condições divinas são justas e razoáveis. Escolhei hoje a quem sirvais. Esperamos ver-te, em breve, na glória.  

 

Dos seus irmãos do Ministério 4 anjos.

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