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JOÃO PAULO II

O Sexto Rei

"...e Sua Agonia"

 

VEJA AS NOTÍCIAS LOGO APÓS A INTRODUÇÃO

By Tatuí

INTRODUÇÃO: Preocupação de um leitor:

Bom dia !!!

        Eu gostaria de saber mais sobre o fato de haver "ressurreição de um dos seis reis (papas) para ser o oitavo.
        Muito obrigado !!!

Graça e Paz !!!
 

NOSSA RESPOSTA:

...a princípio, a profecia não diz que haverá a necessidade de uma ressurreição de um dos reis para preencher o oitavo posto! A profecia apenas aponta para o fato de que o oitavo é um dos sete... Agora observe o seguinte:

 - O sétimo não pode ser o oitavo pois renunciar e voltar como o oitavo é ilógico!

- Do primeiro até o quinto também não pois estão mortos (Leia a observação abaixo).

- Resta o sexto rei que ainda está vivo (João Paulo II)!

Então poderíamos perguntar: Então quais são as possibilidades?

 

- A primeira (e mais provável) é que João Paulo II renuncie ou mesmo peça uma licença por razões de saúde (leis para isto já existem): entra um outro papa (o sétimo) e que segundo a profecia "tem que durar pouco", talvez morra ou não faça um bom governo - independente disto, será o sétimo, pois nas leis atuais do papado, não tem vice-papa - ou mesmo João Paulo II, sentindo-se melhor, volte a governar, agora como o oitavo rei e TOTALMENTE a serviço do maligno (como o anti-cristo)!

 

- Uma outra possibilidade - e, esta, mais absurda para a "nossa razão" - seria realmente a morte do atual papa... Vem o sétimo (que dura pouco) e agora sim, satanás personifica a

 a volta de Jesus e como uma demonstração de "poder", ressuscita o João Paulo II  (e prova a imortalidade da alma) e o deixa como sendo o seu representante aqui na terra. Milhões acreditarão nesta falácia.

 

De qualquer maneira devemos nos preparar pois tudo está muito próximo: A Nova ordem mundial está se estabelecendo; os sinais da natureza estão acontecendo; as promessas de paz estão nas mesas de negociações (até mesmo o impossível parece que está para acontecer: os árabes devolverem o local do templo - onde hoje existe uma espécie de mesquita árabe - para os israelitas reconstruírem o templo). Existe até uma profecia que indica que haverá uma III Guerra Mundial após a deflagração de um artefato atômico em Israel no próximo dia 14 de agosto deste ano ou do próximo. Portanto, fatos que TODOS nós - em tese - poderemos presenciar e confirmar!

 

Tudo, repito,  são fatos que estão ao nosso alcance de comprovação pois são ocorrências para os nossos dias... Note também esta união européia (a despeito de Daniel 2 afirmar que NÃO se juntarão); a qualquer momento Cristo intervém (a pedra) e então é o fim...

 

Fiquemos atentos, Jesus Breve Virá!

 

OBS: Satanás tem poder de "dar vida"? Não! Mas, como o pai da mentira, pode muito bem "simular" a ressurreição do atual papa (ou outro - apesar que o carisma necessário para a sua aceitação somente João Paulo II possuir), como diariamente (ressuscitar) o faz nos centros espíritas...

 

Notícias a partir de 24/02/2005 - As Mais Recentes Estão no Topo...

O papa preferiu não usar o papamóvel

Papa deixa hospital após 18 dias e volta ao Vaticano

13 de março, 2005 - 18h28

 O papa João Paulo 2º deixou o hospital onde ficou internado por 18 dias e onde passou por uma operação na garganta.

Ele preferiu não usar o papamóvel e saiu em uma minivan Mercedes com vidro escurecido em direção ao Vaticano.

Sorrindo e parecendo estar alerta, o papa acenou para a multidão de fiéis que estava em frente à Policlínica Gemelli.

Minutos depois, chegou a seu apartamento em frente à Praça de São Pedro, no Vaticano.

No hospital, o pontífice de 84 anos de idade se submeteu a uma traqueostomia de emergência após apresentar problemas respiratórios.

O Vaticano já havia anunciado, no início da semana, que o papa deixaria o hospital antes da semana de Páscoa.

Pouco antes de receber alta, João Paulo 2º falou diretamente para os fiéis que estavam em frente ao prédio pela primeira vez desde a operação de 24 de fevereiro.

Recuperação

Ele apareceu na janela de seu quarto no 10º andar da Policlínica Gemelli, em Roma, e leu com voz rouca algumas poucas palavras.

"Queridos irmãos e irmãs, obrigado por sua visita. Que todos tenham um bom domingo e uma boa semana."

O papa então acenou e fez o sinal da cruz.

Sua aparição foi bastante aplaudida pela multidão presente.

Como nos domingos anteriores, desde sua internação hospitalar, as orações tradicionais foram feitas pelo arcebispo argentino Leonardo Sandri.
 

Papa aparece na janela do hospital depois do ângelus

Reuters
09:48 27/02

ROMA (Reuters) - O papa João Paulo 2o. fez uma breve aparição surpresa da janela do quarto do hospital neste domingo. O papa não participou do ângelus, tradicional bênção dominical, pela primeira vez em 26 anos de pontificado.

João Paulo 2o. fez o sinal da bênção de seu quarto, no 10o andar do Hospital Gemelli, em Roma, e acenou duas vezes para os fiéis que fazem vigília do lado de fora do prédio.

A face do pontífice parecia sem expressão e, depois de uma aparição de 2 minutos, seus ajudantes afastaram lentamente sua cadeira e fecharam as cortinas.

Minutos mais cedo, um assessor do papa celebrou a cerimônia do ângelus em seu lugar, abençoando uma multidão reunida na Praça de São Pedro.

O arcebispo Leonardo Sandri, vice-secretário de Estado do Vaticano, leu uma mensagem do papa em que ele agradece o mundo por se preocupar com sua saúde e pediu aos fiéis que rezem por ele.

"Eu estou perto daqueles de vocês que estão na Praça de São Pedro", disse na mensagem.

"Eu agradeço com afeto e me sinto espiritualmente próximo a vocês .. Eu lhes peço que sigam me acompanhando ... com suas preces."

O papa de 84 anos foi submetido a uma traqueostomia na quinta-feira, pois estava com problemas de respiração graves. EÉ a segunda internação do papa neste mês por problemas de saúde.

"O papa não está conosco hoje. Ele está no (hospital) Gemelli. Ele oferece suas preces e sofrimento por nós e pelo mundo", disse Sandri.

A mensagem do papa também mencionou a necessidade de se entender o valor do sofrimento, dizendo que ao seguir o caminho de Cristo se vê "que cada forma humana de dor traz consigo uma promessa divina de salvação e alegria".

"Eu gostaria que esta mensagem de conforto e esperança chegue a todos vocês, especialmente àqueles que estão passando por momentos difíceis, e aqueles que sofrem no corpo e na alma."

O ângelus normalmente é lido pelo papa, uma tradição que João Paulo 2o mantém desde que foi eleito. Mesmo quatro dias depois e ter sobrevivido a uma tentativa de assassinato em 1981, o papa abençoou os fiéis numa mensagem transmitida por rádio.

(Por Philip Pullella)

Pela primeira vez em 26 anos Papa não apresentará benção dominical

AFP

17:54 26/02

CIDADE DO VATICANO, 26 fev (AFP) - Pela primeira vez em 26 anos de pontificado, o Papa João Paulo II, que está sem fala por causa de uma traqueostomia, delega a apresentação da benção dominical na praça de São Pedro por ocasião do Angelus.

"O texto das palavras do Santo Padre para a tradicional mensagem do Angelus será lido no domingo 27 de fevereiro pelo arcebispo argentino Leonardo Sandri, ao meio-dia, do átrio da Praça de São Pedro", afirmou um comunicado do porta-voz do Papa, Joaquín Navarro Valls.

"Também será o monsenhor Sandri quem pronunciará a oração mariana e fará, em nome do Papa, a benção apostólica aos fiéis presentes na Praça de São Pedro", acrescentou.

"O Santo Padre se unirá à oração de seu quarto na policlínica Gemelli", explicou.

Esta é a primeira vez em 26 anos de pontificado que o Papa delega a outro a benção dominical, um gesto que efetuou poucos dias depois do grave atentado que sofreu em maio de 1981 na praça de São Pedro e durante as nove vezes que foi hospitalizado.

O Papa também não estará na janela do hospital para a saudação dominical como fez no começo do mês, durante sua primeira internação, o que provocou polêmicas e críticas ao Vaticano, que foi acusado de ter exposto um ancião doente a tais esforços.

As visitas ao hospital, tanto por parte do alto clero da Igreja Católica como por autoridades italianas, se multiplicaram neste sábado, ainda que a imprensa não tenha confirmado a informação se o Papa pôde receber realmente todas as autoridades.

O primeiro a chegar foi o cardeal espanhol Julián Herranz, presidente do Pontifício Conselho para a Interpretação dos Textos Legislativos, que na saída admitiu que não estivera pessoalmente com o Santo Padre, mas ressaltou que ele estava bem.

Após o influente cardeal, membro da Opus Dei, entrou no hospital o presidente da Câmara dos Deputados italiana, Pier Ferdinando Casini.

"Respira-se um clima de serenidade e confiança... isso nos tranqüiliza e nos dá esperança de que o Papa regresse rapidamente ao Vaticano", assegurou.

Nenhum boletim médico sobre as condições de saúde do Papa foi divulgado neste sábado, enquanto milhares de católicos se reuniam para orar pela saúde do Pontífice em igrejas de todo o mundo a pedido de autoridades religiosas locais.

No domingo, um latino-americano, o argentino Leonardo Sandri, terá o privilégio de dar a benção papal em nome de João Paulo II.

O monsenhor Sandri, de 61 anos, argentino, está entre os colaboradores mais próximos do Papa e é definido pela imprensa como o "número três do Vaticano", já que é o braço direito do secretário de Estado, o cardeal Angelo Sodano, o religioso a quem o Papa confiou provisoriamente a administração do governo central da Igreja.

Considerado uma espécie de ministro do Interior, diplomata de carreira, Sandri é uma das poucas pessoas que tem acesso diário ao quarto do Papa e é o responsável, há vários meses, pela leitura dos discursos do Sumo Pontífice por causa de suas crescentes dificuldades para falar.

A decisão de confiar ao arcebispo Sandri a responsabilidade de anunciar a benção papal foi tomada depois de consultas a importantes membros da Cúria Romana, destacaram fontes vaticanas.

O porta-voz adjunto do Vaticano, o padre Ciro Benedettini, já havia advertido que o Papa assistiria ao Angelus, mas sem aparecer na janela do hospital como é tradição.

Durante sua primeira hospitalização, de 1º a 10 de fevereiro, Karol Wojtyla apareceu na janela do hospital e falou com voz fraca, o que gerou polêmica e críticas por causa da exposição de um idoso que sofre do mal de Parkinson.

Na última quarta-feira, o Sumo Pontífice se dirigiu aos peregrinos que se reuniram no Vaticano por videoconferência, uma novidade tecnológica bem recebida pelos católicos.

O Papa se comunica com seus assessores por gestos ou por escrito, garantiu seu porta-voz, em uma maneira de confirmar que o Vaticano segue funcionando, já que a Santa Sé é uma monarquia absoluta de direito divino e todo o poder e as decisões fundamentais são de competência exclusiva do Pontífice.

Tudo parece indicar que a hierarquia da Igreja se prepara para ser guiada por um Papa sem fala, relegado a um leito de hospital, cada vez mais incapacitado fisicamente, afirma a imprensa italiana, ao analisar as conseqüências de uma longa internação.

"Cada vez que o Papa vai ao Gemelli sentimos que desce um degrau a mais para a morte", admitiu um cardeal, sob anonimato, ao jornal La Repubblica.

"As duas últimas hospitalizações marcarão consideravelmente este pontificado", comentou o religioso, que garantiu que esta é uma opinião compartilhada pelos cardeais da Cúria Romana.

Numa tentativa de tranqüilizar os 1,1 bilhão de católicos do planeta, o porta-voz Navarro Valls confirmou que o Papa respira sem a ajuda de aparelhos e que não tem infecções bronco-pulmonares, além de já estar ingerindo alimentos.

Padre argentino Leonardo Sandri será a voz do papa

AFP

17:24 26/02

CIDADE DO VATICANO, 26 fev (AFP) - Um argentino, monsenhor Leonardo Sandri, 61 anos, que foi núncio apostólico na Venezuela e México, foi encarregado pelo Papa João Paulo II de pronunciar neste domingo a benção de Ângelus na Praça de São Pedro.

Pela primeira vez em 26 anos de pontificado, o papa, parcialmente mudo devido a uma traqueotomia, delegou esta tarefa, a qual dedica especial carinho desde que assumiu o comando do Vaticano.

Com a perda gradual de sua capacidade falar, foi reduzindo suas intervenções e agora o Vaticano teve que colocar o religioso argentino para ler os discursos e homilias do pontífice nas cerimônias públicas.

"Será monsenhor Sandri que pronunciará a oração mariana e pronunciará, em nome do papa, a benção apostólica aos fiéis presentes na Praça de São Pedro. O Santo Papa fará a oração em seu quarto na policlínica Gemelli", informou a Santa Sé neste sábado em um comunicado.

Vice-secretário de Estado desde 2000, Sandri é definido pela imprensa como o "número três do Vaticano", braço direito do titular cardeal Angelo Sodano, a quem o papa confiou provisoriamente a gestão do governo central da Igreja.

Milhões de católicos latino-americanos que nestas semanas acompanharam pela televisão as mensagens a partir da clínica Gemelli e as cerimônias do Vaticano puderam notar o ritmo de leitura calmo e o sotaque argentino nas palavras de Sandri.

Sua fama cresceu depois de ter aparecido junto ao papa no dia 6 de fevereiro, quando se acenou da janela do hospital para a tradicional benção de Ângelus dominical e leu a mensagem pontifícia.

O privilégio de ser a voz do papa se repetiu no domingo seguinte, quando voltou a ler a homilia, desta vez atrás de João Paulo II e longe das luzes das câmeras, usando um microfone para não incomodar o papa sentado de frente para a janela de seu quarto.

Ordenado sacerdote em 1967, bispo desde 1997, Sandri é um experiente diplomata da Santa Sé, que, além da sua língua materna, fala inglês, italiano, francês e alemão.

Foi núncio apostólico, isto quer dizer, embaixador do papa, em momentos delicados em dois países na América Latina. Na Venezuela (1997-2000) com a chegada de Hugo Chávez ao poder e no México (em 2000) durante os primeiros 10 anos posteriores ao restabelecimento das relações diplomáticas com este país em 1992.

Como "número três" do Vaticano, Sandri é um dos religiosos que têm acesso direto a João Paulo II, junto com o secretário do papa, monsenhor Stanislao Dziwisz, assistente e amigo do pontífice há 40 anos.

Por sua mesa passa a correspondência do papa, assim como as nomeações, e designações que devem ser concedidas exclusivamente pelo chefe da Igreja Católica.

Quem o conhece diz que é amável e discreto, definindo-o como um religioso sensível às injustiças e conservador nas questões doutrinárias, marca do pontificado de João Paulo II.

Fanático por futebol, filho de uma família católica de Buenos Aires com inclinações peronistas, entrou para o serviço diplomático do Vaticano nos anos 70, demonstrando grande talento nesta área.

Muitos acreditam que será nomeado cardeal no próximo Consistório, cuja data não foi fixada, tornando-se o quarto argentino a integrar o Sacro Colégio pontifício

Papa acompanhará bênção de domingo no hospital

Reuters

08:48 26/02

CIDADE DO VATICANO (Reuters) - O papa João Paulo 2o vai acompanhar de seu quarto, no hospital, a tradicional cerimônia do Angelus neste domingo. Um assistente do papa vai abençoar a multidão na praça de São Pedro e ler o pronunciamento em seu lugar, afirmou o Vaticano neste sábado.

Em comunicado, o Vaticano afirmou que o papa irá "participar" da oração do Angelus de seu quarto no hospital, indicando que ele não aparecerá na janela para a bênção, como chegou a fazer quando esteve no hospital no início deste mês.

Não está claro se haverá uma rede de vídeo entre a praça de São Pedro e o hospital.

O papa, de 84 anos, está no hospital desde quinta-feira, quando foi submetido à uma traqueostomia para respirar melhor. Os médicos recomendaram que ele fique sem falar durante vários dias após a cirurgia.

O arcebispo Leonardo Sandri, vice-secretário de Estado do Vaticano, vai presidir a cerimônia do Angelus no lugar do papa, segundo o comunicado do Vaticano.

A benção do Angelus será apresentada pelo monsenhor Sandri (Vaticano)

AFP

08:34 26/02

ROMA, 26 fev (AFP) - A benção dominical do Angelus será apresentada pelo bispo argentino Leonardo Sandri na praça de São Pedro, enquanto o Papa João Paulo II acompanhará a cerimônia de seu quarto no hospital Gemelli, informou o porta-voz do Vaticano.

"O texto das palavras do Santo Padre para a tradicional mensagem do Angelus será lido no domingo 27 de fevereiro pelo monsenhor Leonardo Sandri, ao meio-dia, do átrio da Praça de São Pedro", afirma um comunicado do porta-voz do Papa, Joaquín Navarro Valls.

"Também será o monsenhor Sandri quem pronunciará a oração mariana e fará, em nome do Papa, a benção apostólica aos fiéis presentes na Praça de São Pedro", acrescenta.

"O Santo Padre se unirá à oração de seu quarto na policlínica Gemelli", explica.

Esta é a primeira vez em 26 anos de pontificado que o Papa delega a outro a benção dominical, um gesto que efetuou poucos dias depois do grave atentado que sofreu em maio de 1981 na praça de São Pedro.

Papa deve acompanhar benção no hospital

BBC

08:24 26/02

O Vaticano anunciou que um assistente vai ler a tradicional benção de domingo do Papa João Paulo 2º em nome do pontífice para os fiéis que comparecerem à Praça de São Pedro, no Vaticano.

Segundo a declaração, o pontífice vai acompanhar a cerimônia de seu quarto no Hospital Gemelli, em Roma.A declaração dada neste sábado afirma que o arcebispo Leonardo Sandri vai presidir a cerimônia em nome de João Paulo 2º, que iria "se juntar" à benção de seu quarto no hospital.

Papa assistirá o Angelus de domingo

AFP

07:24 26/02

ROMA, 26 fev (AFP) - O Papa João Paulo II, internado no hospital Gemelli, assistirá à benção do Angelus de domingo, mas não aparecerá na janela como é habitual, informou o porta-voz adjunto do Vaticano, padre Ciro Benedetti.

"O Papa assistirá o Angelus", disse o porta-voz adjunto, que explicou que o Sumo Pontífice não aparecerá na janela.

Um porta-voz do Vaticano deve conceder uma entrevista coletiva ainda neste sábado para divulgar mais detalhes sobre a participação do Papa na oração de domingo.

João Paulo II está internado desde quinta-feira na Policlínica Gemelli, onde foi submetido a uma traqueostomia para aliviar seus problemas respiratórios.

Vendas de livro do papa disparam após internação do pontífice

Reuters

21:38 25/02

ROMA (Reuters) - As vendas do livro do papa João Paulo 2o. "Memória e Identidade" dispararam desde que ele foi internado em um hospital para ser submetido a uma cirurgia na garganta na manhã de quinta-feira, disse um porta-voz da editora italiana RCS MediaGroup na sexta-feira.

"É triste que isso seja por causa das súbitas notícias da operação. Isso gerou muita curiosidade e a demanda tem sido enorme comparada com nossas expectativas originais", disse o porta-voz.

Ele não pôde falar em números, mas estimou que mais de 50 mil cópias foram vendidas nos dois últimos dias na Itália, onde foram distribuídos 330 mil exemplares da obra.

No livro, o pontífice revela sua teoria sobre um atentado que quase o levou à morte em 1981 quando um turco atirou contra ele. Além disso, ele condena o casamento entre homossexuais e o aborto em passagens que geraram a fúria de grupos dos direitos civis.

O porta-voz disse que a RCS está preparada para reeditar o livro.

A obra já está esgotada em muitas lojas-- inclusive na loja de livros do hospital Gemelli, onde o religioso se recupera de uma traqueostomia. Ele foi submetido à cirurgia na quinta-feira para facilitar sua respiração.

Em "Memória e Identidade" o papa afirma que o casamento entre homossexuais é parte de uma "nova ideologia do mal" que está ameaçando a sociedade. Ele também classifica o aborto de um "extermínio legal".

João Paulo 2o. revela ainda que acredita que o turco Mehmet Ali Agca, condenado pelo atentado contra a vida do papa, não agiu sozinho e sugere que o antigo bloco comunista esteve por trás do complô para matá-lo.

(Reportagem de Sophie Hardach)

CNBB não descarta possibilidade de renúncia de João Paulo II

Agencia Brasil

18:56 25/02

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) admite a possibilidade de renúncia do papa João Paulo II.

De acordo com o presidente da CNBB, Geraldo Majella Agnelo, o assunto não está descartado. Ele ressalva, no entanto, que essa é uma decisão do pontífice.

"Em qualquer pontificado ela pode acontecer. Mas ninguém, além dele, pode dizer se o cargo está vago ou que não tem possibilidade de governo", afirmou o presidente da CNBB, durante entrevista coletiva à imprensa nesta sexta-feira.

O bispo assegurou que o estado de saúde de João Paulo II é estável, após a traqueostomia a que foi submetido ontem (24). O papa, que sofre do Mal de Parkinson, havia sido internado por 10 dias, desde o dia 10 de fevereiro, para tratar de inflamações na laringe e na traquéia.

Papa envia novo sinal de que não renunciará

Agência EFE

15:15 25/02

O papa João Paulo 2º enviou um novo sinal ao mundo de que seguirá à frente da Igreja enquanto Deus quiser ao escrever que continua "sendo Totus Tuus" pouco depois de se recuperar da anestesia que teve que tomar e de ser trasladado a seu quarto na Policlínica Gemelli de Roma.

"Totus Tuus" (Todo teu) é o lema que João Paulo 2º escolheu para seu pontificado, e o fato de esta terem sido algumas das primeiras palavras ditas, mesmo que escritas, depois da traqueostomia foi considerado hoje por observadores vaticanos como a confirmação de que ele está disposto a "se consumir pelo Reino de Deus", como gosta dizer, até o fim de seus dias.

"Essas palavras são a confirmação de que sua entrega ao Pontificado é total, que estã nas mãos de Deus e que está disposto a continuar à frente da barca de Pedro", disseram à EFE fontes vaticanas.

A redação dessa frase foi confirmada hoje pelo porta-voz vaticano, Joaquín Navarro Valls, que contou que os médicos aconselharam o papa a não falar por alguns dias "a fim de favorecer a recuperação da função laríngea".

Segundo Navarro, depois de pedir papel e caneta, o papa escreveu "mas o que vocês me fizeram?", interessado em saber sobre sua saúde.

Depois, acrescentou: "Mas eu continuo sendo Totus Tuus".

Após esta frase não voltou a escrever, mas, segundo os vaticanistas, com essas palavras respondeu aos que põem em dúvida sua capacidade para seguir à frente do papado e que advogam pela renúncia de Karol Wojtyla alegando, entre outras razões, que ela "faria um bem à Igreja".

Nos últimos dias, João Paulo 2º pediu, como é habitual, que os fiéis rezem para que ele possa continuar "servindo" (governando) a Igreja, mas suas dificuldades para falar, que podem ser acentuadas devido à traqueostomia que teve que fazer voltaram a levantar dúvidas sobre como, eventualmente, poderá exercer seu trabalho.

No Vaticano, depois da recente polêmica desatada por declarações do cardeal secretário de estado, Angelo Sodano, que, em referência a uma eventual renúncia de João Paulo II, disse que "isso era algo que deveria ser deixar para sua consciência", evita-se tocar neste tema.

Cardeais que foram perguntados evitaram se pronunciar sobre o assunto e todos se remetem, pelo menos exteriormente, aos ditos do purpurado Mario Pompedda, que afirmou recentemente que a dificuldade de falar do papa não conta.

"O papa apresenta uma dificuldade para falar que é puramente fonética. Não tem nenhum outro impedimento para expressar seus pensamentos", disse Pompedda, que se mostrou convencido de que, se João Paulo 2º não puder falar, se expressará por escrito.

Para Pompedda, o problema se apresentaria se a incapacidade de falar estivesse acompanhada da incapacidade de pensar, e essa não é a situação de João Paulo 2º.

A melhoria do pontífice devolveu o Vaticano à tranqüilidade e, embora a preocupação não tenha desaparecido totalmente, os membros da Cúria dão por certo que o papa superou a "prova" e que em poucos dias estará de volta.

Hoje os cardeais, bispos e outros membros da Cúria Romana se reuniram na Capilla Redemtporis Mater para assistir às predicações da Quaresma, que correram a cargo do Predicador da Casa Pontifícia, o franciscano Raniero Cantalamessa.

Sobre quando o papa voltará ao Vaticano ninguém na Santa Sé se atreveu a dar uma data, mas todos coincidem em que ele deve permanecer na Gemelli até que esteja totalmente curado.

Alguns asseguram que na última internação o papa recebeu um alta com muita "pressa" e regressou ao Vaticano sem estar totalmente curado.

Navarro Valls, a voz do Papa

AFP

14:54 25/02

ROMA, 25 fev (AFP) - O espanhol Joaquín Navarro Valls, porta-voz e fiel guardião da imagem do Papa João Paulo II, converteu-se em peça central no muro de silêncio em torno do real estado de saúde do chefe da Igreja Católica.

Os vaticanistas se queixam da "filtragem" das informações sobre o verdadeiro estado de saúde do Papa, que no dia 18 de maio completa 85 anos, internado na quinta-feira no hospital da policlínica Gemelli de Roma por causa de uma recaída de gripe.

A imprensa recorre a especialistas para tentar saber como está o Sumo Pontífice, portador do mal de Parkinson, e como seu debilitado estado de saúde irá reagir a este novo problema, ainda mais depois de várias operações e de ter sobrevivido a um atentado em 1981.

Navarro Valls não se altera e controla qualquer informação que chega à imprensa. Quando fala, sua palavra é sagrada.

Não há boletins médicos diários sobre a saúde de João Paulo II, e quando surge algum, não são assinados pelos médicos que atendem o líder religioso, como esperam dezenas de jornalistas e católicos de todo mundo que acompanham com apreensão sua recuperação.

O porta-voz se limita a contar algumas histórias sobre a permanência de João Paulo II no hospital, como fez nesta sexta-feira, ao garantir que depois de ser submetido na noite anterior a uma traqueostomia para amenizar seus problemas respiratórios, o Papa acordou bem e "demonstrou bom apetite, tomando uma xícara de café com leite acompanhada de dez bolachas".

Os vaticanistas que criticam Valls afirmam que ele favorece alguns jornalistas e discrimina outros.

Nos 20 anos em que está a serviço do papa polonês, este membro da Opus Dei, corrente ultra-conservadora da Igreja Católica, e que fez voto de castidade, tem acompanhado "cada momento" da vida do líder religioso, "tanto na saúde, como na doença".

É que o envolvimento do responsável pela assessoria de imprensa do Vaticano, de 68 anos, nascido na cidade espanhola de Cartagena, vai muito além do que estipula sua função de porta-voz.

Este homem, que quando jovem queria ser toureiro, transformou-se numa espécie de editor, relações públicas, pesquisador, conselheiro, diplomata e embaixador de João Paulo II.

Em dezembro passado, o Papa lhe concedeu uma audiência privada e uma carta de agradecimento pelos 20 anos de leais serviços, além da diplomacia que sempre usou para livrar o Sumo Pontífice de se relacionar com a imprensa.

O primeiro encontro de Valls com o Papa foi em 1978, ano em que o polonês Karol Wojtyla foi escolhido para ocupar o trono de São Pedro.

"Atraiu-me o fato de ele ser portador de uma mensagem nova", recordou o porta-voz numa extensa entrevista concedida há pouco tempo ao jornal italiano 'La Repubblica'.

O convite para trabalhar no Vaticano chegou num dia em que participava de uma entrevista coletiva à imprensa com Gianni Agnelli, dono da Fiat. "Me chamaram ao telefone e me fizeram uma oferta de trabalho que não podia recusar: reorganizar o sistema de comunicação e imprensa da Santa Sé", disse.

Segundo o historiador Alberto Melloni, que escreveu um livro de análise do pontificado de João Paulo II, Navarro Valls, primeiro laico a ocupar o cargo de porta-voz do papa, transformou a arcaica assessoria de imprensa do Vaticano numa sofisticada máquina de forjar a imagem do Papa.

Como quando contou os detalhes do encontro do Santo Padre com a prêmio Nobel da paz guatemalteca Rigoberta Menchú, um fato que nunca aconteceu, ou mesmo em 1996, quando garantiu na Hungria que o Papa estava com um problema nervoso quando, na verdade, ficavam mais evidentes os primeiros efeitos do mal de Parkinson.

Mal de Parkinson aumenta riscos para a saúde do papa

The New York Times

13:00 25/02

Mary Duenwald e Warren E. Leary

O mal de Parkinson pode ter prejudicado a capacidade de engolir do papa João Paulo Segundo e contribuído para os problemas respiratórios que resultaram em sua traqueotomia na última quinta-feira, dizem especialistas americanos.

A abertura de sua garganta para aliviar sua respiração não deve necessariamente prejudicar sua capacidade de trabalhar, disseram os médicos. Falar, entretanto, seria difícil: o buraco teria que ser coberto para permitir a passagem de ar para suas cordas vocais.

 

Se o papa for colocado em um ventilador, a fala seria impossível. Supondo que não haja nenhum outro problema, ele deve conseguir comer normalmente após dias de recuperação, porque a traqueotomia não prejudica o esôfago. A hospitalização do papa pouco tempo depois de sua última crise e a traqueotomia indicam problemas maiores.

 

“Isso indica a piora de sua situação, que está cada vez mais difícil para lidar com essas infecções, que ele está fraco e que o mal de Parkinson teve um duro impacto sobre ele”, afirmou a dra. Giselle Petzinger, a especialista em mal de Parkinson do Centro Médico da Universidade do Sul da Califórnia, em Los Angeles.

 

Ela disse que as traqueotomias não são “tão comuns” em casos de mal de Parkinson, mas que esta condição “pode ter contribuído para a infecção que o fez voltar ao hospital”.

 

Quando uma pessoa não engole a comida de forma adequada, partículas dos alimentos podem ser aspiradas pelos pulmões, onde elas provocam infecções. O fato de o papa ter sofrido com sintomas de gripe, como febre e congestão, só aumenta o risco de uma infecção bacteriana.

 

Alguns pacientes com mal de Parkinson também sofrem com dificuldades de respiração quando o remédio perde o efeito. Normalmente, este problema, por si só, não exige uma traqueotomia, mas ele pode ter exarcebado os problemas respiratórios causados pela infecção, afirmou o dr. Neng Huang, um especialista em doenças dos movimentos do Instituto Parkinson, em Sunnyvale, na Califórnia.

 

Uma traqueotomia é um procedimento comum para ajudar as pessoas com dificuldade na respiração. A operação, normalmente feita com anestesia geral, corta um pequeno buraco na frente da garganta e insere um tubo de plástico que permite o fluxo de ar para dentro e fora dos pulmões sem obstrução. Depois de fazer a incisão, normalmente de um diâmetro ou menos, na traquéia, os médicos inserem um tubo de plástico de 7cm a 10cm.

 

O papa só vai precisar de um tubo de alimentação no estômago se ele não conseguir engolir, disse Michael Kaplitt, diretor de cirurgia do Centro New York Weill Cornell.

 

O tempo que vai levar até o ventilador colocado na garganta do papa ser removido vai depender de quanto tempo ele vai demorar para curar seu problema, disseram os médicos. O mal de Parkinson também pode ter aumentado o risco de infecção do papa, ou sua dificuldade de recuperação por estar muito enfraquecido.

 

“Ele provavelmente não é tão forte quanto um homem de 84 anos que não tem mal de Parkinson e isso prejudica a sua capacidade de recuperação de qualquer tipo de doença”, afirmou o dr. Thomas L. Davis, diretor de doenças de movimento do Hospital Universitário Vanderbilt em Nashville.

 

O dr. Elliott R. Haut, professor-adjunto de cirurgia da Faculdade de Medicina Johns Hopkins, em Baltimore, disse que a cirurgia é relativamente comum entre pacientes com um bloqueio da passagem de ar que impede a respiração normal ou para pacientes em uma condição debilitada que precisam de ar com menos esforço.

 

“Dependendo da razão pela qual eles são colocados, estes tubos podem ser deixados por semanas, meses ou até mais”, disse Haut. “Eles podem ser removidos quando a razão para colocá-los for resolvida. Há poucas, ou nenhuma, conseqüências do procedimento quando tubo é removido”.

 

Apesar de os médicos terem que tomar cuidado para evitar infecções ou irritações ao redor do tubo, sérias complicações são raras. “O maior risco é do procedimento em si”, explicou Haut. “Há o risco de sangramento durante a traqueotomia, e pode haver problemas para encontrar a traquéia e colocar o tubo. Depois disso, normalmente não há complicações”.

 

Papa não poderá falar durante vários dias, mas se recupera bem

Agência EFE

11:05 25/02

O papa João Paulo II, de 84 anos, se recupera favoravelmente da traqueostomia à qual foi submetido: respira sem ajuda de aparelhos, come regularmente e se comunica por escrito, já que ficará vários dias sem poder fala r, para recuperar a voz.

As notícias foram dadas nesta sexta-feira pelo porta-voz vaticano, Joaquín Navarro Valls, que informou ainda que depois da operação à qual foi submetido ontem no Policlínico Gemelli, de Roma, o Papa teve uma noite tranqüila, o pós-operatório evolui regularmente e as condições cardiovasculares se mantêm boas.

Navarro disse que, por ordens médicas, João Paulo II terá que ficar sem falar "durante alguns dias, para favorecer a recuperação da função da laringe".

João Paulo II fez pouco caso dos médicos e logo depois de se recuperar do efeito da anestesia e ser levado a seu quarto pediu um papel e começou a se comunicar por escrito.

Segundo Navarro, a primeira coisa que escreveu, "gracejando", foi: "Mas o que fizeram em mim?".

Depois, no mesmo papel, acrescentou: "mas eu continuo sendo Totus Tuus", ou seja "Todo Teu", lema de seu pontificado e que se refere à Virgem Maria.

Observadores vaticanos também viram nestas palavras a intenção de João Paulo II de seguir à frente da Igreja.

Navarro assegurou que nem ontem após a cirurgia, nem hoje pela manhã, o Papa necessitou da ajuda de aparelhos para respirar. O porta-voz disse ainda que João Paulo II tem muito apetite.

Prova disso - segundo Navarro- é que hoje comeu um nutritivo café da manhã, com café com leite, dez bolachas pequenas e um iogurte. "E comeu tudo", garantiu.

O porta-voz negou as informações de que o Papa sofre de uma broncopneumonia e disse que não teve a doença "nem antes (no início deste mês, quando foi hospitalizado pela primeira vez devido a um problema respiratório), nem agora".

Navarro, a única fonte oficial que informa sobre a saúde do Papa, negou que o João Paulo II tenha tido febre após a alta do Gemelli, em 10 de fevereiro.

O Papa - segundo o porta-voz - assim que se recuperou, em meados deste mês, retomou suas atividades, celebrou missa pela manhã, recebeu bispos em visita "ad limina" e se reuniu com seus colaboradores.

Toda esses dias, até ontem, também se alimentou normalmente. A normalidade - destacou o porta-voz - foi a tônica dominante.

Até a tarde da quarta-feira, quando teve uma recaída da gripe que o levou no princípio deste mês ao Gemelli, "causada por uma preexistente estenose funcional da laringe", explicou.

Esse quadro clínico foi o que levou os médicos a realizar a traqueostomia, "para garantir a adequada ventilação do paciente e favorecer a solução à patologia da laringe", informou Navarro.

O porta-voz disse que João Paulo II foi "devidamente informado e deu seu consentimento" à cirurgia. Navarro afirmou ainda que a traqueostomia "não foi de emergência, como foi dito".

"O Papa agora respira melhor e registrou um notável alívio", insistiu Navarro.

O próximo boletim médico sobre a saúde do Papa será emitido na próxima segunda-feira, ao meio-dia.

Por enquanto ainda não se sabe o que João Paulo II fará no próximo domingo, durante o Ângelus.

Não está descartada a possibilidade de que volte a aparecer na janela do quarto que ocupa em no décimo andar do Gemelli e delegue a leitura do texto ao substituto da Secretaria de Estado, o arcebispo argentino Leonardo Sandri, limitando-se a abençoar os fiéis ao fim da oração.

Papa tem um caderno para governar a Igreja

AFP

07:04 25/02

CIDADE DO VATICANO, 25 fev (AFP) - Um caderno foi colocado sobre o leito do Papa João Paulo II, perto de sua mão direita, para que possa seguir governando a Igreja Católica, informou nesta sexta-feira uma fonte do Vaticano

João Paulo II, de 84 anos, foi submetido com êxito a uma traqueostomia na quinta-feira para facilitar a respiração no hospital romano Gemelli, onde havia sido internado na parte da manhã por causa de uma crise respiratória.

No caderno, sem dúvida por período relativamente longo, o Sumo Pontífice poderá divulgar suas necessidades pessoais e suas diretrizes para a Igreja Católica, acrescentou a fonte.

As mensagens serão destinadas a seus colaboradores imediatos: seu secretário pessoal, monsenhor Stanislaw Dziwisz, o adjunto deste, monsenhor Mieczyslaw Mokrzycki, e a fiel irmã Tobiana, diplomada em Medicina.

As folhas com as decisões mais importantes, relativas à Igreja, serão reservadas ao cardeal secretário de Estado Angelo Sodano, que permanece encarregado pela administração cotidiana da Santa Sé.

"O Sumo Pontífice pode exercer seu poder jurisdicional mesmo sem uma palavra", lembrou o cardeal Francesco Pompedda, prefeito emérito do Supremo Tribunal da Signatura Apostólica, a principal autoridade da Igreja Católica, citado pela revista italiana Família Cristã.

"Se trata de um ato de vontade que pode ser manifestado de diversas formas, por escrito ou por gestos", explicou.

Nenhuma norma escrita sobre uma eventual incapacidade papal foi promulgada, mas segundo o cardeal Pompedda, "a atitude que inspirou esta decisão foi dizer: se isto acontecer um dia, veremos. É uma página deixada à Providência".

Papa deve enfrentar longa e complicada recuperação após cirurgia

Reuters

01:48 25/02

Por Rachel Sanderson

ROMA (Reuters) - O papa João Paulo 2o. deve enfrentar uma longa e complicada recuperação após uma cirurgia de emergência para ajudá-lo a respirar. Além disso, ele deve ficar impossibilitado de retomar as atividades normais e até de falar por meses, segundo especialistas.

O pontífice de 84 anos foi levado às pressas para o hospital na manhã de quinta-feira com espasmos na garganta na sua segunda internação neste mês. Médicos tiveram de submetê-lo a uma traqueostomia-- uma incisão na traquéia para que o ar possa ir diretamente para o pulmão.

Especialistas disseram que a operação não é o fim do problema para o religioso, que também sofre de mal de Parkinson e artrite aguda.

A estrada de volta para a saúde do líder de 1,1 bilhão de católicos espalhados pelo mundo pode ser complicada pelo que médicos classificaram como uma "significante probabilidade" de o papa desenvolver pneumonia caso seu frágil corpo não consiga manter a saliva fora de seus pulmões.

"Esses espasmos podem levar a uma pneumonia de aspiração em um, dois ou três dias a partir de agora", disse o doutor Paul Larson, professor de neurocirurgia do Centro Médico da Universidade de Califórnia, em San Francisco.

"Uma pneumonia grave pode facilmente ameaçar a vida de alguém com a idade e com a condição dele...ou pode incapacitá-lo indefinidamente", disse Larson à Reuters por telefone.

Paul Maestrone, diretor para assuntos científicos e médicos da American Parkinson Disease Association, disse que os pulmões do papa "podem ser afetados". Outros especialistas afirmam que seus problemas de respiração pode atrapalhar ainda mais a sua comunicação.

"Eu acho que a habilidade que ele tem de entender e responder está limitada neste momento", disse Gerald Berke, chefe de cirurgias de cabeça e pescoço do Centro Médico da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.

(Reportagem adicional de Andrew Stern em Chicago

Saúde do papa alimenta boatos sobre sucessão

20:58 24/02

Redação com agências internacionais

CIDADE DO VATICANO - A deterioração do estado de saúde do papa João Paulo 2º levantou mais uma vez a questão da sucessão do homem que está à frente de um dos pontificados mais longos e importantes da história.
 

O papa, de 84 anos, foi levado para o hospital pela segunda vez neste mês na quinta-feira, com uma recaída da gripe e problemas respiratórios e foi submetido a uma traqueostomia. Ele sofre de mal de Parkinson e artrite há anos.

João Paulo 2º, agora no 27º. ano à frente da Igreja Católica, já possui o terceiro papado mais longo da história. Ele foi eleito em 1978, transformando-se no primeiro líder católico não-italiano em 455 anos e fez história tantas vezes que a frase tornou-se redundante.

O candidato azarão escolhido quase três décadas atrás deixou sua marca no mundo. João Paulo 2º. bateu mais recordes que todos os seus antecessores, viajando, esquiando, escrevendo e pregando.

Ainda assim, talvez, ele tenha provocado mais divisões entre os católicos do que qualquer um dos outros pontífices.

Católicos liberais criticaram o fato de o papa ter descartado a ordenação de mulheres como padres, o uso de métodos contraceptivos e o casamento entre homossexuais. Essa ala deixou claro que deseja uma Igreja mais democrática no futuro.

Os conservadores o celebraram como um mensageiro divino que pegou uma Igreja assolada pelos ventos do liberalismo e a recolocou em um caminho teologicamente estreito.

Um homem com grande capacidade intelectual e uma oratória quase mística ao pregar, Karol Wojtyla foi um dos poucos papas em séculos a ter saído da pobreza e não de uma classe privilegiada.

Grandes dimensões

Alguém será capaz de ser o sucessor de uma figura com tais dimensões sem parecer uma mera sombra de Karol Wojtyla?

Esse é o dilema com que os cardeais se depararão depois da morte do atual papa, ao enfrentarem a tarefa de escolher um sucessor.

O papa nomeou quase todos os cerca de 120 cardeais atualmente com menos de 80 anos e que podem participar do secreto conclave encarregado de escolher o líder da Igreja Católica. O fato aumenta as chances de o próximo papa ter o mesmo perfil de João Paulo 2º.

A principal pergunta é se o próximo líder dos católicos também deveria ser alguém de fora da Itália ou mesmo se ele deveria vir de fora da Europa.

Várias autoridades religiosas acreditam que um país em desenvolvimento deveria fornecer o próximo líder da Igreja porque é ali que a religião está mais viva e em expansão.

Certamente pesará o fato de que quase 65 por cento dos católicos do mundo vivem atualmente na África, na Ásia e especialmente na América Latina.

Todas as vezes em que a saúde de João Paulo 2o. piorou, nos últimos anos, especialistas tentaram prever quem seria o próximo pontífice. Uma série de favoritos morreu enquanto o atual papa continuou no cargo, apesar da saúde frágil.

Um cardeal nigeriano, Francis Arinze, é um dos favoritos na lista de sucessores em potencial. Entre os candidatos latino-americanos estão o cardeal brasileiro Claudio Hummes e o cardeal Oscar Andrés Rodríguez Maradiaga, de Honduras.

Entre os europeus estão o cardeais Joseph Ratzinger, 77, Angelo Scola, de Veneza, e Dionigi Tettamanzi, de Milão.

Histórico de internações

A internação de fevereiro de 2005 é mais uma no histórico médico no pontífice.

Em 13 de maio de 1981, o papa foi gravemente ferido por três tiros que o atingiram no abdome e na mão. O ataque foi praticado pelo terrorista turco Mehmet Ali Agca, na Praça de São Pedro, em Roma. Operado durante mais de cinco horas, João Paulo 2º foi submetido a uma colostomia. Devido a uma infecção, o pontífice foi novamente hospitalizado em 20 de junho do mesmo ano. Em 5 de agosto, voltou ao hospital para tirar a colostomia.

A terceira intervenção cirúrgica aconteceu em julho de 1992, desta vez para extrair um tumor benigno no cólon. O tumor era do tamanho de "uma laranja". O papa perdeu cerca de 20 centímetros de intestino e teve vários cálculos retirados da vesícula biliar.

Em 11 de novembro de 1993,depois de um tombo acidental após uma audiência no Vaticano, o papa foi operado por causa de um problema no ombro direito.

Em abril de 1994, novo acidente e nova intervenção, por causa de uma fratura no fêmur direito, ocorrida ao escorregar no banheiro.

Por causa de uma apendicite, o pontífice foi internado em outubro de 1996. Três anos depois, durante uma visita à Polônia, em junho de 1999, o papa caiu novamente no banheiro e teve que ser submetido a uma sutura de três pontos.

Em 24 de fevereiro de 2005, a mais recente intervenção cirúrgica. João Paulo 2o foi submetido a uma traqueostomia para facilitar sua respiração, depois de uma crise respiratória.

Papa deve ficar sem falar por vários dias, mas pode recuperar voz

Agência EFE

20:55 24/02

O papa João Paulo II, que foi submetido nesta quinta-feira a uma traqueostomia, não poderá falar durante vários dias, mas os médicos não descartam que a cânula que foi introduzida em sua traquéia seja retirada e que ele possa respirar sozinho.

"A colocação da cânula sob as cordas vocais não tem que ser permanente", afirmou o otorrinolaringologista italiano Roberto Filippo, da Universidade de la Sapienza, de Rom.

O especialista explicou que, superado o período para curar os espasmos, o tubo poderá ser retirado, a incisão fechada e a respiração recuperada.

O médico disse que nos primeiros dias será impossível o Papa falar, já que o ar sai antes de chegar às cordas vocais, mas que mais adiante poderá recuperar a voz.

Papa passa bem após traqueostomia, diz Vaticano

Da Redação

16:17 24/02, atualizada às 20:37 24/02

Redação com agências internacionais

O papa João Paulo 2º passou por uma traqueostomia na tarde desta quinta-feira (horário de Brasília). A informação foi confirmada pelo Vaticano e por médicos do hospital onde ele está internado, que acrescentaram que ela foi bem-sucedida.
 

O papa está "sereno e tranqüilo", afirmou o subsecretário da presidência do governo italiano, Gianni Letta, que o viu após a operação

O político italiano contou que quando os médicos informaram a João Paulo 2º que era conveniente realizar a traqueostomia, disseram que se tratava de uma "pequena operação", ao que o Pontífice respondeu: "Depende para quem".

Quando despertou da anestesia, segundo Letta, o Papa fez um gesto com a mão aos médicos, como uma repressão carinhosa.

Joaquin Navarro-Valls, porta-voz do Vaticano, disse que a traqueostomia foi completada "de forma positiva" e durou 30 minutos, das 20h20 às 20h50 (16h20 às 16h50 em Brasília)

Segundo Navarro-Valls, o papa, que tinha dificuldade de respirar, foi informado de sua situação e aprovou a cirurgia.

As informações foram repetidas, mais tarde, por um médico do hospital Gemelli, em Roma, onde João Paulo 2º vai passar a noite.

Anteriormente, num período de cerca de uma hora cheio de especulações, a informação oficial do Vaticano sobre a operação - que é um procedimento no qual uma incisão é feita na garganta e um tubo inserido para ajudar na respiração - era de que ela "provavelmente" aconteceria.

A traqueostomia deve afetar a vontade do papa de continuar com suas obrigações junto à igreja. Com a operação, ele deverá evitar falar por períodos prolongados e provavelmente terá de passar mais algum tempo no hospital. A anestesia também é um procedimento arriscado para uma pessoa na idade do papa, especialmente considerando o histórico da saúde do pontífice.

Mais cedo, um membro da Igreja Católica disse que o pontífice  havia sentido problemas respiratórios novamente e que tinha febre.

Internações recentes

João Paulo 2º, há anos vivendo com a saúde debilitada, foi levado para o hospital Gemelli às 10h45 (6h45, horário de Brasília), minutos antes de participar de uma cerimônia no Vaticano.

"Ontem à tarde, quarta-feira, 23 de fevereiro, o pontífice apresentou os sintomas da gripe que já havia sentido semanas antes", afirmou o Vaticano em um comunicado.

"Por essa razão, o papa foi levado nesta manhã para o hospital Agostino Gemelli para receber tratamento adequado e submeter-se a novos exames", acrescentou.

Fontes do Vaticano disseram que o papa pretendia até o último minuto participar de uma cerimônia para aprovar decretos de santidade.

A piora do estado de saúde do papa alimenta temores em todo o mundo católico de que um dos pontificados mais destacados da história esteja se aproximando do fim.

O papa saiu do Gemelli duas semanas atrás após passar dez dias internado devido a uma crise respiratória aguda detonada por uma gripe.

"Ele apresentou os mesmos sintomas que da última vez, incluindo febre e algumas dificuldades respiratórias", disse um membro da Igreja Católica, acrescentando que um boletim médico oficial só deve ser divulgado na sexta-feira de manhã.

Audiência virtual

O Vaticano tinha dito antes que o papa vinha se recuperando bem. João Paulo 2º apareceu em público várias vezes nas últimas duas semanas.

O papa, que também sofre de mal de Parkinson e de uma artrite grave, realizou uma audiência geral "virtual" na quarta-feira, dirigindo-se a milhares de peregrinos por meio de um link de vídeo feito a partir dos aposentos particulares dele.

O líder dos católicos deveria ter aparecido em uma janela para abençoar fiéis reunidos na praça São Pedro, mas uma tempestade obrigou os organizadores do evento a realizar a audiência em um local fechado e equipado com grandes telas de TV.

João Paulo 2º falou com uma voz rouca, mas parecia bem. A audiência virtual de quarta-feira durou 25 minutos. As audiências gerais, realizadas toda semana, podem durar até 90 minutos.

Vaticano deve divulgar comunicado e quebrar o silêncio

Agência EFE

17:55 24/02

O Vaticano mantém um silêncio total sobre o estado de saúde de João Paulo II, mas deve divulgar um comunicado oficial nas próximas horas

Fontes oficiais do Vaticano se negaram a comentar sobre o estado de João Paulo II e a confirmar se ele foi submetido, como afirmaram fontes hospitalares, a uma operação de traqueotomia para facilitar sua respiração.

As mesmas fontes do Vaticano afirmaram que "seguramente" será divulgado um comunicado nas próximas horas.

O Vaticano informou hoje que o primeiro boletim médico sobre a saúde do Papa, hospitalizado na Policlínica Gemelli, em Roma, desde meio-dia de hoje, seria divulgado amanhã, sexta-feira, ao meio-dia.

CIDADE DO VATICANO - Cirurgia de traqueotomia do Papa João Paulo II foi realizada com êxito (oficial) kv/jr/as

AFP

17:54 24/02

Aguarde mais informações.

Traqueostomia: solução para a crise respiratória do Papa

Agência EFE

17:15 24/02

A traqueostomia, como a que está sendo realizada esta noite no Papa João Paulo 2o, é uma técnica cirúrgica usada para tentar resolver uma deficiência respiratória.

cirurgia consiste em abrir um orifício na parte alta da traquéia do paciente, normalmente entre os dois primeiros anéis traqueais, a alguns centímetros abaixo da tireóide.

Os músculos do pescoço são separados com cuidado, para não afetar os nervos que poderiam ocasionar alterações na voz, e é introduzido um tubo no orifício. Logo depois, é fechada a pele ao redor do tubo com suturas que, geralmente, são retiradas uma semana após a operação.

A operação pode ser realizada com anestesia local ou geral, segundo cada paciente, e dura no máximo 45 minutos.

A traqueostomia facilita a retirada de secreções dos brônquios, quando estas não podem ser expulsas de naturalmente através da tosse.

Os especialistas afirmam que apesar de a operação ter um certo grau de risco, raramente surgem problemas pós-operatórios.

Um dos fatores que preocupam os médicos são possíveis complicações na fala após a traqueotomia, embora normalmente a operação não afete as cordas vocais.

Papa é levado para ala cirúrgica de hospital -- mídia italiana

Reuters

16:48 24/02

ROMA (Reuters) - O papa João Paulo 2o. foi levado para uma ala de cirurgia no hospital Gemelli, de Roma, e pode ser submetido a uma operação para ajudá-lo a respirar com mais facilidade, noticiou a mídia italiana na quinta-feira.

Tanto o canal Sky Italia quanto a RAI noticiaram que "tudo está pronto para uma traqueotomia", e disseram que o papa, de 84 anos, já estava pronto na ala cirúrgica.

Mais cedo, médicos consideraram a possibilidade de submeter João Paulo 2o. à cirurgia.

A traqueotomia consiste em fazer uma pequena incisão na área do pescoço e na traquéia para que o ar passe diretamente para os pulmões.

Autoridades do hospital e do Vaticano não estavam disponíveis para comentar a informação.

Papa está sendo submetido a uma traqueotomia

Agência EFE

16:35 24/02

Aguarde mais informações.

Papa deve sofrer traqueostomia

AP

16:28 24/02

Associated Press

VATICANO – Depois de sentir febre e congestão por causa do retorno de seu resfriado, nesta quinta-feira o Papa João Paulo II foi levado às pressas ao hospital dentro de uma ambulância pela segunda vez no mês.

Seu porta-voz Joaquim Navarro-Valls disse que o pontífice de 84 anos de idade, que sofre do mal de Parkinson, foi hospitalizado por “necessitar de assistência especializada e mais exames”.

 

A agência ANSA afirmou nesta tarde de quinta-feira que os médicos do hospital levavam em conta a possibilidade da execução de uma traqueostomia – procedimento no qual um buraco é feito na garganta e um tubo inserido para ajudar na respiração.

 

A ANSA não revelou suas fontes

ROMA - Papa se encontra na sala de operações para realizar uma traqueotomia (TV) kv/jr/as

AFP

16:24 24/02

Aguarde mais informações.

Cardeal chileno é nomeado o encarregado de anunciar novo Papa

Agência EFE

16:15 24/02

O cardeal chileno Jorge Arturo Medina Estevez, de 79 anos, foi nomeado por João Paulo II como novo Cardeal Protodiácono, que num eventual conclave será o encarregado de anunciar ao mundo que a Igreja Católica tem um novo Papa.

Medina Estévez substitui no cargo o cardeal italiano Luiggi Poggi, de 87 anos.

O anúncio foi feito pelo próprio João Paulo II, na carta que nesta quinta-feira enviou ao cardeal secretário de Estado, Angelo Sodano, que presidiu em seu nome um consistório para a causa de canonização de cinco beatos.

Depois de nomear Medina para que presidisse em seu nome o consistório, fixou para 23 de outubro a data para a canonização dos cinco beatos e atribuiu vários títulos a outros tantos cardeais.

"Confirmo como novo Cardeal Protodiácono o senhor cardeal Jorge Arturo Medina Estévez", diz a carta do Papa, que foi lida na mesma hora em que João Paulo II era internado por uma recaída da gripe que sofreu no começo deste mês.

Medina Estévez nasceu em Santiago do Chile, em 1926. Foi nomeado cardeal por João Paulo II no consistório de cardeais de 1998 e é prefeito emérito (aposentado) da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos.

Papa é submetido a exames clínicos por nova crise respiratória

Agência EF

14:55 24/02

O papa João Paulo II, de 84 anos, está sendo submetido a diferentes exames na Policlínica Gemelli, de Roma, onde foi internado novamente nesta quinta-feira devido a uma recaída da gripe.

O Vaticano, por enquanto, não informou a que tipo de exames está sendo submetido.

Fontes de Saúde disseram à EFE que o papa sofreu uma crise respiratória aguda similar à qual obrigou sua anterior hospitalização e que embora em um primeiro momento não tenha sido entubado, não se descarta que o possa ser nas próximas horas.

As mesmas fontes indicaram que "não se teme por sua saúde", mas que a preocupação é grande, já que não se pode esquecer que João Paulo II sofre do mal de Parkinson, que está afetando seus músculos respiratórios e a laringe.

Papa é levado de volta ao hospital com recaída de gripe

The New York Times

09:26 24/02

Ian Fisher

ROMA – O papa João Paulo Segundo voltou ao hospital na manhã desta quinta-feira, reportou o Vaticano, sofrendo uma recaída da gripe que o forçou a passar nove dias internado no início deste mês.

O papa, 84 anos, frágil e já enfraquecido pelo mal de Parkinson e outras doenças, mostrou sinais da gripe na tarde de quarta-feira e foi admitido no Hospital Gemelli pela manhã desta quinta-feira. O porta-voz do papa, Joaquin Navarro-Valls, disse em um breve comunicado que ele foi internado para “tratamentos específicos e mais check-ups”.

Desde de ter alta do hospital há duas semanas, o papa teve um mínimo de aparições públicas – algo incomum no início da quaresma, quando o papa e seus conselheiros normalmente participam de um retiro espiritual.

Mas na quarta-feira, em meio a fortes ventos e chuva em Roma, ele não apareceu na janela do Vaticano, mas falou com os peregrinos através de um vídeo-link. Ele estava ofegante durante o discurso, lendo a bênção em várias línguas, mas não mostrou nenhum outro sinal da doença que o acompanha há anos.

“Eu cumprimento com amor todos os reunidos para o encontro desta quarta-feira”, declarou.

Essa nova hospitalização gerou mais temores sobre o estado de saúde do papa e deve levantar mais dúvidas sobre a capacidade de um líder muito doente presidir a Igreja Católica Romana. No dia 1º de fevereiro, o papa foi levado ao mesmo hospital com dificuldade na respiração e espasmos traqueais, causados por uma gripe.

As informações sobre a internação foram protegidas e só eram divulgadas em notas de Navarro-Valls, que é médico. Ele teve alta no dia 10 de fevereiro.

 

Papa hospitalizado por nova crise respiratória aguda (Ansa)

AFP

08:44 24/02

CIDADE DO VATICANO, 24 fev (AFP) - O Papa João Paulo II foi hospitalizado novamente nesta quinta-feira no hospital Gemelli, em Roma, devido a uma crise respiratória aguda provocada por uma recaída da forte gripe que teve no início deste mês, informou a agência de notícias italiana Ansa.

O Sumo Pontífice, de 84 anos, que sofre há uma década do mal de Parkinson, foi hospitalizado por causa de uma recaída da gripe, duas semanas depois de ter sido internado no mesmo hospital por uma crise respiratória.

"Ontem à tarde, o Santo Padre sofreu uma recaída da síndrome de gripe que teve nas últimas semanas. Por este motivo, foi hospitalizado esta manhã no hospital Gemelli para receber assistência especializada e ser submetido a exames", declarou mais cedo Joaquín Navarro Valls, porta-voz do Vaticano.

O Sumo Pontífice permaneceu internado nos 10 primeiros dias de fevereiro por causa de graves problemas respiratórios.

Na manhã desta quinta-feira, João Paulo II pela primeira vez não presidiu um consistório que havia convocado no Vaticano para pedir a opinião dos cardeais sobre a canonização de cinco beatos.

Papa João Paulo II hospitalizado por uma recaída

AFP

08:24 24/02

CIDADE DO VATICANO, 24 fev (AFP) - O Papa João Paulo II, de 84 anos, foi hospitalizado nesta quinta-feira por causa de uma recaída da gripe, sofrida na quarta-feira, declarou o portavoz do Vaticano, Joaquín Navarro Valls.

"Ontem à tarde, o Santo Padre sofreu uma recaída da síndrome de gripe que teve nas últimas semanas. Por este motivo, foi hospitalizado esta manhã no hospital Gemelli para receber assistência especializada e ser submetido a exames", declarou Navarro Valls.

A direção do hospital Gemelli, procurada pela AFP, informou que tudo está sempre pronto para receber o Papa.

O Sumo Pontífice permaneceu internado nos 10 primeiros dias de fevereiro por causa de graves problemas respiratórios.

Na manhã desta quinta-feira, João Paulo II pela primeira vez não presidiu um consistório que havia convocado no Vaticano para pedir a opinião dos cardeais sobre a canonização de cinco beatos.

Na véspera, o chefe da Igreja Católica participou de uma "videoaudiência geral", na qual aparentava um relativo bom estado de saúde.

O Papa delegou ao cardeal secretário de Estado, Angelo Sodano, a presidência do consistório. Durante a cerimônia, os cardeais rezaram pela saúde do Santo Padre.

Papa volta a ser internado em hospital de Roma

BBC

08:04 24/02

O Papa João Paulo 2º foi internado novamente no hospital Gemelli, em Roma, nesta quinta-feira, com uma recaída de gripe, de acordo com o Vaticano.

O pontífice, de 84 anos, já havia sido internado após apresentar sintomas de gripe em 1º de fevereiro, e permaneceu na clínica Gemelli por dez dias.Na ocasião ele sofria de uma inflamação aguda na laringe e na traquéia.
 

Papa João Paulo 2º volta a ser hospitalizado após recaída

AFP

07:59 24/02

 

CIDADE DO VATICANO, 24 fev (AFP) - O Papa João Paulo 2º, de 84 anos, foi hospitalizado nesta quinta-feira por causa de uma recaída da gripe, sofrida na quarta-feira, declarou o portavoz do Vaticano, Joaquín Navarro Valls.
 

Papa é levado novamente à Policlínica Gemelli

Agência EFE

07:55 24/02

Aguarde mais informações.

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