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ASSIM DIZ O SENHOR:

DÍZIMO NÃO É DOUTRINA NEOTESTAMENTÁRIA

Os Tópicos de Atualizações estão no fim da página!

Durante muitos anos de minha experiência como adventista do sétimo dia, fui um zeloso dizimista, lembro-me de algumas situações em que ficávamos perplexos ante as necessidades financeiras dos irmãos pobres de nossa comunidade, bem como da própria Igreja local, mas que tínhamos que calar nossa consciência com os ensinos de que “o dízimo é de exclusiva utilização do ministério pastoral”, que os pobres ou as demais necessidades financeiras da IASD local, se possível, deveriam ser atendidas com sacrifícios adicionais por parte dos membros. Não era muito difícil conviver com aquela realidade, principalmente, numa época em que nossa confiança na liderança da Igreja beirava a idolatria, isto é, considerávamos os pastores, departamentais ou funcionários da obra, como “ungidos”, “santos” e “irrepreensíveis”, quase infalíveis, homens e mulheres de Deus. Também era um tempo em que os administradores da IASD tinham absoluto controle das informações, e somente os fatos que lhes interessavam é que vinham ao conhecimento da membresia, e os escândalos que inevitavelmente teriam notoriedade, eram divulgados sempre com uma versão unilateral da Organização, e jamais se viam quaisquer manifestações de defesa ou de confissão .por parte do acusado.

            O exercício do sagrado direito à liberdade, leva-nos a muitos questionamentos, inclusive sobre a forma de como contribuir financeiramente para a causa de Deus na terra. Eu, particularmente, venho meditando nestas coisas há algum tempo, e resolvi, mesmo não me sentindo capacitado, visto que não cursei o teológico, elaborar algumas reflexões sobre o aspecto doutrinário do Dízimo, bem como sua utilização prática em nossa Igreja. A presente abordagem tem como fonte primária: A Bíblia e como fonte secundaria material veiculado na Internet, bem como artigos publicados em órgãos oficiais da IASD

 

QUE PARECE, PARECE; MAS NÃO É!

            O primeiro texto bíblico que utiliza a palavra dízimo encontra-se em Gênesis 14:20, para o qual o comentário bíblico da Bíblia de Estudo de Genebra, traz a seguinte ponderação: “a expressão tudo se refere aos despojos. Quanto à prática de se pagar o dízimo ao rei ou a um deus, era comum no antigo Oriente Próximo e é anterior á lei mosaica. O presente de Abrão a Melquisedeque não era, provavelmente, o pagamento de” dízimo ao rei “porém, uma oferta que refletia o respeito de Abrão para com Melquisedeque como sacerdote do Deus verdadeiro”. Já o teólogo Paulo Gomes do Nascimento (http://www.adventistas.biz/casa_do_tesouro/index.htm–Abraão:Dizimista_modelo?), entre outros argumentos, transmite-nos o seguinte

             a) Abrão deu o Dízimo do excedente conquistado na guerra;

             b) Muitas das posses por ele recuperadas pertenciam a Ló (Gênesis 14:16);

            c) A maior parte dos despojos pertenciam aos reis de Sodoma e Gomorra (Gênesis 14:11);

            d) Nada pertencia a Abrão.

            Dízimo sobre despojos é único neste caso de Abraão. Dois outros exemplos são apresentados no Antigo Testamento. O primeiro em Êxodo 3:21/22, 11:2/3; 12:35/36. O segundo traz detalhes sobre os procedimentos das ofertas aplicadas aos despojos de guerra Números 31:27/29.

            Fica bastante evidente que a expressão dizimo utilizada em Gênesis 14:20 não reflete o conceito ensinado pelas Igrejas, pois não onerou o patrimônio ou a renda do patriarca, também não constitui uma prática sistemática em sua vida, mas um caso isolado. Entendemos que o sentido aqui reflete mais o aspecto de ”tributo”, que dez por cento da renda, isto é, Abrão honrou ao Sacerdote do Deus Altíssimo tributando-Lhe um presente ou oferta

            Outro texto bíblico que utiliza o vocábulo dízimo é Gênesis 28:20/22. O comentário da Bíblia de Estudo de Genebra não traz qualquer apreciação, entretanto recomenda ao leitor para aplicar o conceito exarado em Gênesis 14:20. Parece-nos que Jacó foi mais além que seu avô, pois se comprometeu de forma sistemática, embora através de um voto atrelado ao cumprimento da parte de Deus de determinadas condições, a honrá-Lo, elegê-Lo como o seu Deus (honras espirituais em virtudes de bênçãos espirituais), erigir-Lhe uma casa (honras espirituais em virtudes de bênçãos espirituais), e por ultimo dar-Lhe o dízimo, isto é uma oferta ou presente (honras materiais em virtudes de bênçãos materiais).

            Analisando a posição daqueles que, com base em Gênesis 28:20/22, apresentam a Jacó como dizimista exemplar, assim se expressa o Irmão Paulo Gomes do Nascimento (http://www.adventistas.biz/casa_do_tesouro/index.htm – O voto de Jacó) Mas, os princípios dizimista contidos na história de Jacó nos levam a outras conclusões:

 

            1) ”SE” – Essa pequena palavra faz toda a diferença. Jacó aparece orando a Deus. Parece um grande duvidador.”Senhor, se eu for abençoado, se eu tiver comida, roupas, proteção, então pagarei   dízimos”. Observe que o ônus da prova estava com Deus. Se Deus não o abençoasse ele não deveria pagar nenhum dízimo ao Senhor. “Primeiro a benção. Depois meu Dízimo!”.(Gênesis 28:20).

            2) VOTO – “Fez Jacó um voto” (Gênesis 28:20). Ora, se Jacó fez um voto, obviamente ele não era um dizimista, tão pouco Isaque, tão pouco Abraão. Será possível que Jacó criado no rigor da religião patriarcal não teria aprendido de seu avô e de seu pai esta prática, caso realmente existisse? Voto é voto. É propor algo novo a Deus na busca de uma melhor experiência espiritual.

            3) MULTIPLAS CONDIÇÕES AGREGADAS – Há um terceiro aspecto interessante neste relato. Jacó propõe a Deus cinco condições agregadas

            a) Se Deus for comigo – (Presença de Deus). E

            b)Se me guardar nesta viagem – (Proteção). E

            c) Se me der pão – (Alimento). E

            d) Se me der vestes para vestir – (Roupas). E

            e) Se eu voltar em paz à casa de meu pai – (Realização)

            Observe que as cinco condições estão unidas pela preposição “E” (Gênesis 28/20). Se Deus atendesse quatro dos cinco itens da lista de requisições, Jacó estaria automaticamente livre de cumprir o voto.

            Creio que os textos acima analisados não são suficientes para estabelecermos um dogma doutrinário suficientemente sólido a fim de ampararmos a nossa confiança na doutrina dos Dízimos da forma em que é praticado e ensinado na IASD, no mínimo por duas razões:

            1) O exemplo de Abrão, além de refletir apenas um fato isolado em sua vida, não nos parece ter sido de orientação Divina, haja vista ser um costume da sociedade de seus dias, o lado positivo desta ação está no respeito e na honra que ele prestou ao sacerdote do Deus Altíssimo, e o registro em Hebreus 7:5-9 de que simbolicamente ali se fundamentou a instituição dos dízimos para a nação de Israel. Embora não haja registros de que ele tenha transmitido este ensino aos seus servos e filhos, o que não aconteceu com a circuncisão, visto que para esta instituição há registros de que ele não somente ensinou, mas que também a praticou em si próprio, bem como nas pessoas de seus filhos e servos

            2) No caso de Jacó, embora se possa supor que ele tenha sistematicamente praticado em sua vida, trata-se de um voto pessoal, efetuado em um momento de temor e dúvida, e o que serve na experiência pessoal de alguém, pode não servir para outros. E mais uma vez, não encontramos nenhuma orientação Divina, nem tão pouco de seu pai Isaque ou de seu avô Abraão para  tal procedimento

 

NÃO SOMENTE PARECE, REALMENTE É!

            A prática dos dízimos, como orientação Divina, encontra sua origem nos livros de Levítico, Números e Deuteronômios, mais especificamente nas seguintes passagens:Levítico 27:30-34; Números 18:21-32; Deuteronômio 14:22-28 e Deuteronômio 26;12-14

Levítico 27:30-34 Também todos os dízimos da terra, quer dos cereais, quer do fruto das árvores, pertencem ao senhor; santos são ao Senhor. Se alguém quiser remir uma parte dos seus dízimos, acrescentar-lhe-á a quinta parte. Quanto a todo dízimo do gado e do rebanho, de tudo o que passar debaixo da vara, esse dízimo será santo ao Senhor. Não se examinará se é bom ou mau, nem se trocará; mas se, com efeito, se trocar, tanto um como o outro será santo; não serão remidos. são esses os mandamentos que o Senhor ordenou a Moisés, para os filhos de Israel, no monte Sinai.

            Aqui a palavra de Deus, aos pouco, descortina para o sincero pesquisador, algo sobre a natureza, a finalidade, e a relação do dizimista para com o mandamento, a saber:

            1) Define a natureza dos dízimos, isto é sua constituição: produtos agropecuários, ou seja cereais, frutos e animais.

            2) Mostra-nos sua finalidade: “santos são ao Senhor”, pois seriam separados para uma finalidade a ser estabelecida por Deus.

            3) Concede-se liberdade para a remissão dos dízimos de produtos agrícolas, isto é o dizimo de determinado produto poderia ser trocado por outro que fosse da preferência do dizimista, ou seja se o dizimista produzisse apenas bananas e laranjas, e apreciasse mais laranjas que bananas podia remeter aos levitas um dízimo constituído de apenas  bananas.

Números 18:21-32 Disse também o Senhor a Arão: Na sua terra herança nenhuma terás, e no meio deles nenhuma porção terás; eu sou a tua porção e a tua herança entre os filhos de Israel. Eis que aos filhos de Levi tenho dado todos os dízimos em Israel por herança, pelo serviço que prestam, o serviço da tenda da revelação. Ora, nunca mais os filhos de Israel se chegarão à tenda da revelação, para que não levem sobre si o pecado e morram. Mas os levitas farão o serviço da tenda da revelação, e eles levarão sobre si a sua iniqüidade; pelas vossas gerações estatuto perpétuo será; e no meio dos filhos de Israel nenhuma herança terão. Porque os dízimos que os filhos de Israel oferecerem ao Senhor em oferta alçada, eu os tenho dado por herança aos levitas; porquanto eu lhes disse que nenhuma herança teriam entre os filhos de Israel. Disse mais o Senhor a Moisés: Também falarás aos levitas, e lhes dirás: Quando dos filhos de Israel receberdes os dízimos, que deles vos tenho dado por herança, então desses dízimos fareis ao Senhor uma oferta alçada, o dízimo dos dízimos. E computar-se-á a vossa oferta alçada, como o grão da eira, e como a plenitude do lagar. Assim fareis ao Senhor uma oferta alçada de todos os vossos dízimos, que receberdes dos filhos de Israel; e desses dízimos dareis a oferta alçada do Senhor a Arão, o sacerdote. De todas as dádivas que vos forem feitas, oferecereis, do melhor delas, toda a oferta alçada do Senhor, a sua santa parte. Portanto lhes dirás: Quando fizerdes oferta alçada do melhor dos dízimos, será ela computada aos levitas, como a novidade da eira e como a novidade do lagar. E o comereis em qualquer lugar, vós e as vossas famílias; porque é a vossa recompensa pelo vosso serviço na tenda da revelação. Pelo que não levareis sobre vós pecado, se tiverdes alçado o que deles há de melhor; e não profanareis as coisas sagradas dos filhos de Israel, para que não morrais.

            Gradativamente as escrituras vão ampliando as diretrizes concernentes aos dízimos, e aqui podemos destacar quatro princípios fundamentais:

            1) A tribo dos levitas não teria herança nas terras de Canaã, sua herança seriam os dízimos que receberiam em pagamento pelos “serviços religiosos” prestados na Tenda (Santuário).

            2) As demais tribos teriam herança nas terras, mas  estavam desautorizadas por Deus de exercerem atividades “religiosas” no Santuário.

            3) Os levitas dariam, aos sacerdotes, o dízimo dos dízimos recebidos

            4) Firma-se uma indissolúvel vinculação dos dízimos com a lei cerimonial, isto é, se não existisse Tabernáculo, levitas, sacerdotes, cerimônias, com certeza não haveria necessidade de se pagar salários pelos “serviços religiosos”

Deuteronômio 14:22-29 Certamente darás os dízimos de todo o produto da tua semente que cada ano se recolher do campo. E, perante o Senhor teu Deus, no lugar que escolher para ali fazer habitar o seu nome, comerás os dízimos do teu grão, do teu mosto e do teu azeite, e os primogênitos das tuas vacas e das tuas ovelhas; para que aprendas a temer ao Senhor teu Deus por todos os dias. Mas se o caminho te for tão comprido que não possas levar os dízimos, por estar longe de ti o lugar que Senhor teu Deus escolher para ali por o seu nome, quando o Senhor teu Deus te tiver abençoado;  então os vende, ata o dinheiro na tua mão e vai ao lugar que o Senhor teu Deus escolher. E aquele dinheiro darás por tudo o que desejares, por bois, por ovelhas, por vinho, por bebida forte, e por tudo o que te pedir a tua alma; comerás ali perante o Senhor teu Deus, e te regozijarás, tu e a tua casa. Mas não desampararás o levita que está dentro das tuas portas, pois não tem parte nem herança contigo. Ao fim de cada terceiro ano levarás todos os dízimos da tua colheita do mesmo ano, e os depositarás dentro das tuas portas. Então virá o levita (pois nem parte nem herança têm contigo), o peregrino, o órfão, e a viúva, que estão dentro das tuas portas, e comerão, e fartar-se-ão; para que o Senhor teu Deus te abençoe em toda obra que as tuas mãos fizerem.

Deuteronômio 26:12-14 Quando acabares de separar todos os dízimos da tua colheita do terceiro ano, que é o ano dos dízimos, da-los-ás ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à viúva, para que comam dentro das tuas portas, e se fartem. E dirás perante o Senhor teu Deus: Tirei da minha casa as coisas consagradas, e as dei ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à viúva, conforme todos os teus mandamentos que me tens ordenado; não transgredi nenhum dos teus mandamentos, nem deles me esqueci. Delas não comi no meu luto, nem delas tirei coisa alguma estando eu imundo, nem delas dei para algum morto; ouvi a voz do senhor meu Deus; conforme tudo o que me ordenaste, tenho feito.

            Nos textos de Deuteronômio 14: 22-29, e 26:12-14, embora o assunto seja praticamente o mesmo podemos colher de ambos ricas informações, dadas por Deus, sobre a prática de dizimar da nação Israelita, entre elas destacamos as seguintes:

            1) Nos versículos acima fica evidenciado que anualmente se devia separar da produção agrícola e animal a parte referente ao dízimo e recolher ao tabernáculo, exceto no terceiro ano (considerado o ano dos dízimos) quando seriam utilizados “dentro das tuas portas”, isto é na sua  cidade ou comunidade local.

            2) Mais uma vez fica implícito que somente a classe dos proprietários de terras é que estariam  obrigados ao pagamento dos dízimos.

            3) Nas considerações do item anterior vemos que havia dois lugares de destinação dos dízimos e a realização da festa,: o Tabernáculo, ou a comunidade local

            4) Nas orientações,  Mas se o caminho te for tão comprido que não possas levar os dízimos, por estar longe de ti o lugar que Senhor teu Deus escolher para ali por o seu  nome, quando o Senhor teu Deus te tiver abençoado;  então os vende, ata o dinheiro na tua mão e vai ao lugar que o Senhor teu Deus escolher. E aquele dinheiro darás por tudo o que desejares, por bois, por  ovelhas, por vinho, por bebida forte, e por tudo o que te pedir a tua alma; comerás ali perante o Senhor teu Deus, e te regozijarás, tu e a tua casa, reforça-se o conceito da natureza dos dízimos:   produtos agropecuários.

            5) Verifica-se que a devolução dos dízimos constituía-se em uma grande e alegre festa de  confraternização e comunhão entre as classes sociais, onde todos usufruíam os mantimentos da Casa do Tesouro, desde o próprio dizimista, até aos levitas e sacerdotes, bem como os órfãos, viúvas e  peregrinos ou estrangeiros

            As mensagens até aqui analisadas são suficientes para que a priori possamos concluir que há uma inatingível distância entre a prática financeira da igreja do Velho Testamento e as igrejas evangélicas atuais, inclusive a IASD, entre as diferenças poderíamos recapitular:

            1) Dizimo é mantimento, produto agropecuário, JAMAIS DINHEIRO, muito embora já naquela época, se cobrasse, em dinheiro ou metais preciosos, algumas taxas ou contribuições para implementação ou manutenção do tabernáculo (Êxodo 35:4-9; Levítico 24:1-4, 27:1-18; Números 3:40-51, 18:15-16, 31:28-30 e 48-54), mas para beneficio dos levitas ou sacerdotes, quer sob a forma de dízimos, ofertas,   votos, holocaustos, sacrifícios, ou de coisas consagradas, exigia-se produtos agropecuários (Êxodo 29:28, 31-34; Levítico 6:1, 24-30; 7:6-21,  28-36; 23:29; Números 18:8-14, 18-19; e Deuteronômio   18:1-18);

            2) Na estrutura social da Nação Israelita (governo teocrático, onde as ordens civis ou sociais mantinham intrínseco relacionamento com as instruções religiosas), havia duas classes sociais: os latifundiários, isto é, aqueles que tinham herdado as terras de Canaã, e os sem terra, entre estes últimos incluíam-se os levitas e sacerdotes, os pobres, os escravos ou servos, os órfãos, as viúvas e os estrangeiros, logo ser levita ou sacerdote não se constituía em uma profissão, mas em uma vocação. Neste contesto a pratica dos dízimos não somente financiava os serviços religiosos efetuados pelos levitas e sacerdotes, mas também era um instrumento social de distribuição de rendas aos necessitados.

            3) Verifica-se que havia um princípio justo que era observado, ou seja a classe economicamente poderosa (latifundiários) ficava encarregada de através de dízimos suprir as necessidades alimentares dos levitas e sacerdotes, bem como amenizar a fome dos pobres e desvalidos, enquanto que aos pobres e desvalidos oferecia-se à oportunidade de contribuir para as despesas do Tabernáculo com taxas ou  oferendas, proporcionais as suas posses. Percebe-se que de três em três anos a riqueza “in natura” que anualmente se deslocava ao templo para a realização da festa do dizimo, era retida nas comunidades locais, sendo assim os festejos e distribuição de rendas, descentralizados por todo o país.

            4) A justiça social do sistema de dízimos manifestava-se também no aspecto de que o ônus incidia  sobre a produção e implicitamente o encargo recaia sobre a classe social mais forte economicamente. A conseqüência era o alivio dos assalariados e dos menos favorecidos, em outras palavras tributava-se O CAPITAL, OU A RENDA, jamais o TRABALHO OU O SALÁRIO.

            5) O sistema financeiro religioso estabelecido por Deus para a nação Israelita, tinha como suporte      espiritual a primeira aliança, na qual se baseava o cumprimento da promessa de Deus em doar aos  judeus a terra de Canaã, e o ensino evangélico da salvação em Jesus Cristo ensinada de forma áudio  visual através das figuras e símbolos propiciados pelos serviços intercessórios realizados pelos levitas e  sacerdotes. Neste aspecto é justo e aceitável que aqueles a quem Deus beneficiou com uma herança em lotes fundiários, subsidiasse aqueles a quem Deus embora não os havendo beneficiado com herança,   os havia instituído para interceder por toda a nação e para ministrar o conhecimento do plano da        misericórdia Divina em Cristo Jesus. Perceba que na nova aliança não há uma promessa de herança  em glebas agrícolas, nem há uma classe que interceda pelas demais, uma vez que a promessa é de uma Canaã celestial, e que cada cristão é um sacerdote que intercede por si e, ou, pelos outros (I Pedro 2:9           Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que      anuncieis as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz;).

 

FINANÇAS NA IGREJA DO NOVO TESTAMENTO

“Nos escritos de Ellen G. White, não há nenhuma tentativa sistemática para demonstrar pelas Escrituras que o dízimo ainda é obrigatório aos cristãos.(Angel Manuel Rodrigues, TH.D. Revista Parousia II Semestre 2001, Vol. 2.N° 2 – pág.28)”. Tal afirmativa, embora partindo de alguém que foi comissionado pela IASD e que em seu artigo defende com unhas e dentes a validade atual do sistema de dízimo, torna-se inevitável para qualquer pessoa que sinceramente, sem considerar os conceitos pré-concebidos, se dedique a examinar os escritos do Novo Testamento em busca de vestígios que identifique qual era a prática financeira da Igreja neotestamentária.

            Aqueles que pretendem defender o dízimo no Novo Testamento, ancoram-se em uma única passagem bíblica, a qual encontra-se em Mateus 23:23, e sua repetição em Lucas 11:42 (Mateus 23:23  Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, e tendes omitido o que há de mais importante na lei, a saber, a justiça, a misericórdia e a fé; estas coisas, porém, devíeis fazer, sem omitir aquelas. Lucas 11:42 Mas ai de vós, fariseus! porque dais o dízimo da hortelã, e da arruda, e de toda hortaliça, e desprezais a justiça e o amor de Deus. Ora, estas coisas importava fazer, sem deixar aquelas.), considerando que os fariseus ainda viviam sob a égide da Velha Aliança e que certamente deviam ter como prática todas as ordenanças das leis mosaicas; o que temos aqui não se trata de elogio ao ato de dizimar a hortelã, o endro e o cominho, mas o que há aqui é uma tremenda repreensão por não estarem praticando o principio fundamental da doutrina dos dízimos (“a saber, a justiça, a misericórdia e a fé”), isto é a justiça social estabelecida, ou seja a ajuda humanitária aos pobres, propiciada pelo antigo sistema.(“Então virá o levita (pois nem parte nem herança têm contigo), o peregrino, o órfão, e a viúva, que estão dentro das tuas portas, e comerão, e fartar-se-ão; para que o Senhor teu Deus te abençoe em toda obra que as tuas mãos fizerem”). Jesus não estava validando a aplicação desta doutrina em nossos dias, mas estava simplesmente realçando que o mais importante no antigo preceito não era a simples devolução, mas o resultado, isto é, em que se estava aplicando todos aqueles recursos, se para satisfazer privilégios de uma aristocracia dominante, ou para suprir as necessidades dos menos favorecidos.

            Gostaria de lançar um desafio a todos os irmãos, desde o mais simples ate o presidente da Conferência Geral da IASD, que alguém se habilite a me ajudar, enviando-me textos do Novo Testamento (Mateus a Apocalipse) os quais literalmente ensine que Jesus ou quaisquer de seus discípulos, inclusive o apostolo Paulo, defendeu ou utilizou dizimo em seu ministério. Creio que a prova insofismável, de que esta doutrina ainda é aplicável em nossos dias, seria o exemplo de Jesus ou seus seguidores, assim como a respeito do sábado a palavra registra que era costume de Jesus e de seus discípulos, inclusive quando em outro trecho do Novo Testamento Jesus recomenda “dai a Deus o que é de Deus e a César o que é de César”, no entanto durante sua vida e ministério os escritores dos evangelhos não captaram tal informação de que Jesus ou seus seguidores houvesse devolvido dízimos. Como justificativa para esta omissão somente vemos duas hipóteses:

            a) Jesus e discípulos não devolviam dízimos por não serem proprietários de terras;

             b) A não vigência dos dizimo na Nova Aliança.

            Os únicos versículos que falam do financiamento do ministério de Jesus encontram-se em Lucas 8:3 (Joana, mulher de Cuza, procurador de Herodes, Susana, e muitas outras que os serviam com os seus bens.); João 8:4-6 (Mas Judas Iscariotes, um dos seus discípulos, aquele que o havia de trair disse:  Por que não se vendeu este bálsamo por trezentos denários e não se deu aos pobres?  Ora, ele disse isto, não porque tivesse cuidado dos pobres, mas porque era ladrão e, tendo a bolsa, subtraía o que nela se lançava.), e João 13:27-29 (E, logo após o bocado, entrou nele Satanás. Disse-lhe, pois, Jesus: O que fazes, faze-o depressa.  E nenhum dos que estavam à mesa percebeu a que propósito lhe disse isto; pois, como Judas tinha a bolsa, pensavam alguns que Jesus lhe queria dizer: Compra o que nos é necessário para a festa; ou, que desse alguma coisa aos pobres.), onde podemos perceber o seguinte:

            1) A mensagem de Jesus era universal, isto é, para ricos, pobres, homens, mulheres, pessoas de qualquer nacionalidade ou nível cultural, logo a ajuda financeira poderia vir de pessoas de qualquer classe social, no entanto o registro revela que uma determinada classe social, isto é, mulheres de um certo nível social, detentoras de bens, eram as que contribuíam para o ministério de Jesus, não com dízimos (produtos agropecuários), mas com rendas patrimoniais,  provavelmente em dinheiro.

            2) Havia liberdade para questionar a aplicação das contribuições recebidas. (Mas Judas Iscariotes, um dos seus discípulos, aquele que o havia de trair disse:  Por que não se  vendeu este bálsamo por trezentos denários e não se deu aos pobres)?

            3) Fazia parte do orçamento de Jesus uma dotação especial para o atendimento as necessidades materiais dos pobres.(Compra o que nos é necessário para a festa; ou, que  desse alguma coisa aos pobres)

ATOS 4:34-37 Pois não havia entre eles necessitado algum; porque todos os que possuíam terras ou casas, vendendo-as, traziam o preço do que vendiam e o depositavam aos pés dos apóstolos. E se repartia a qualquer um que tivesse necessidade. Então José, cognominado pelos apóstolos Barnabé (que quer dizer, filho de consolação), levita, natural de Chipre, possuindo um campo, vendeu-o, trouxe o preço e o depositou aos pés dos apóstolos.

       No período da Igreja Apostólica não vemos nenhuma referência à prática dos dízimos, o que se destaca é que suas finanças eram mantidas pelas ofertas ou contribuições voluntárias, as quais aplicava-se em obras sociais em favor dos irmãos necessitados, e com esta pratica chegaram ao ponto em que a própria palavra afirmava: “Pois não havia entre eles necessitado algum”. É interessante observarmos, também, que houve uma radical mudança na mentalidade dos membros no que se refere à  mordomia, tanto na forma contributiva, quanto na aplicação financeira da igreja, pois nos versículos acima encontramos um levita (Barnabé), o qual pela velha lei cerimonial teria direito a que a igreja o sustentasse, agora estava trazendo aos pés dos Apóstolos uma oferta em dinheiro para que a infante igreja pudesse socorrer aos seus necessitados.

       É possível que as lideranças das Igrejas evangélicas, em nossos dias, inclusive os lideres da IASD, sonhem em ver nos seus membros a disposição de vender todos os bem materiais e entregar todo o dinheiro ao tesoureiro, alias eu já participei de uma reunião em que o departamental de mordomia, tentava passar para os irmãos a idéia de que os cristãos deviam fazer um testamento, enquanto em vida, a fim de que depois de sua morte seus bens continuassem servindo a Obra, pois havia muitos casos em que os herdeiros dissipavam a herança nos vícios e obras das trevas, e sendo assim, segundo aquele departamental,.o Espírito de Profecia aconselhava que as pessoas deviam deixar seus bens para a Igreja.

            Aqueles que se aproveitam da experiência da Igreja apostólica com a intenção de seduzir os incautos a entregarem seus bens para a Igreja, quer em vida quer após a morte, esquecem dois significativos detalhes:

            1) No primeiro século, ser cristão era ser um fora da lei, e como tal corria-se o risco de ter os seus bens confiscados pelo Império, sendo assim era melhor vendê-los antes e de forma humanitária aplicá-los no reino de Deus (Mateus 10: 42 E aquele que der até mesmo um copo de água fresca [a um destes pequeninos], na qualidade de discípulo, em verdade vos digo que de modo algum perderá a sua         recompensa),

             2) Toda oferta que se traziam a Igreja, era usada de forma comunitária, de modo que os necessitados eram supridos (“Atos 4:35 E se repartia a qualquer um que tivesse necessidade”).

ATOS 6:1 Ora, naqueles dias, crescendo o número dos discípulos, houve uma murmuração dos helenistas contra os hebreus, porque as viúvas daqueles estavam sendo esquecidas na distribuição diária.

            Neste texto a Palavra de Deus continua a evidenciar que mesmo com o crescimento quantitativo de membros , a prioridade em suas finanças continuava sendo os necessitados. Outro aspecto relevante é que com a expansão da igreja, surgiram as primeiras dificuldades, pois se manifestara entre eles, a terrível injustiça do corporativismo em favor das viúvas hebréias, no entanto os versículos seguintes mostram-nos como a liderança soube, com humildade, buscar a solução na convocação dos membro leigos, a fim de que toda a igreja pudesse de forma unida e democrática encontrar a solução do problema.(E os doze, convocando a multidão dos discípulos, disseram: Não é razoável que nós deixemos a palavra de Deus e sirvamos às mesas. Escolhei, pois, irmãos, dentre vós, sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, aos quais encarreguemos deste serviço)

 

POIS, MUDANDO-SE O SACERDÓCIO, NECESSARIAMENTE SE FAZ TAMBÉM MUDANÇA DA LEI   -  Hebreus 7:12

I CORINTIOS 9:14 Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam [do evangelho]. II CORINTIOS 9:7-13 Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, nem por constrangimento; porque Deus ama ao que dá com alegria. E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda a graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, toda a suficiência, abundeis em toda boa obra; conforme está escrito: Espalhou, deu aos pobres; a sua justiça permanece para sempre. Ora, aquele que dá a semente ao que semeia, e pão para comer, também dará e multiplicará a vossa sementeira, e aumentará os frutos da vossa justiça. enquanto em tudo enriqueceis para toda a liberalidade, a qual por nós reverte em ações de graças a Deus. Porque a ministração deste serviço não só supre as necessidades dos santos, mas também transborda em muitas ações de graças a Deus; visto como, na prova desta ministração, eles glorificam a Deus pela submissão que confessais quanto ao evangelho de Cristo, e pela liberalidade da vossa contribuição para eles, e para todos;

       Creio que, em nossos dias, ninguém discute a necessidade e a legitimidade de um plano financeiro para a igreja, no qual se possibilite condições para que o povo de Deus possa realizar os objetivos propostos por Deus para Sua igreja, ou seja: a disseminação de Sua Palavra e a pratica da justiça e misericórdia. Na mensagem de I CORINTIOS 9:14, e II CORINTIOS 9:7/13, o apóstolo Paulo, com base em sua experiência e conhecimento da Palavra de Deus, expõe os princípios da mordomia para a Igreja neotestamentária. E nestes versículos podemos extrair alguns fundamentos muito importantes para nossa compreensão do assunto, entre eles gostaríamos de destacar apenas três:

            1) É imperativo Divino que assumamos o compromisso de, através de nossos meios, suprirmos as necessidades básicas daqueles que por determinação da Igreja foram contratados para prestação de serviços, cujo objetivo, direto ou indireto, seja propiciar a Igreja condições para a pregação do  evangelho;

            2) A base principal deste novo sistema de finanças fundamenta-se em que Deus ama a dádiva voluntária e com alegria, ou seja sem coação, sem ameaças de que se não contribuirmos estaremos comprometendo nossa salvação;

            3) É indispensável que a liberalidade da contribuição seja revertida no atendimento aos necessitados,  nunca para se usada de forma egoística  pela classe dominante.

            É incrível como certas mensagens bíblicas , permanecem-nos obscura por tanto tempo. Hebreus 7:12 é para mim um exemplo vivo de minha incompetência para discernir a mensagem que o Senhor queria me transmitir no inicio de minha carreira como ASD. Lembro-me quando meu irmão, o qual era membro da Igreja Evangélica Assembléia de Deus, me procurou para informar que estava abandonando suas convicções religiosas por haver encontrado na Palavra de Deus algo sobre a não validade neotestamentária para a devolução dos dízimos, e que tal descoberta havia deixado sem resposta a liderança de sua Igreja. Naquela época eu estava convicto de que os ensinos que me haviam sido transmitidos pela IASD, inclusive a doutrina dos dízimos e ofertas, eram dogmas de fé perfeitos e inquestionáveis. Mesmo com aquele conhecimento, “não cavado”, por mim mesmo, na palavra, tentei transmitir ao meu irmão toda a veracidade de um sistema que hoje, pela Bíblia, percebo ser totalmente inaplicável para o povo de Deu que vive no contexto da nova aliança, e conseqüentemente sob a égide do sacerdócio de Cristo.

            Quando um membro, de qualquer que seja a corporação religiosa, descobre que pelo menos uma de suas convicções assimiladas em sua comunidade de fé não suporta um assim diz o Senhor, mentalmente ele se vê diante de três caminhos:

            1) Abandonar todas as suas crenças e retornar a antiga vida de pecados

            2) Tentar o impossível, isto é, ignorar as novas descobertas e continuar defendendo o indefensável, ou;

            3) Pesquisar mais profundamente a Palavra, a fim de que possa assumir uma postura que nada deixe a desejar das orientações Divinas, mesmo que tal atitude lhe traga conseqüências jamais imagináveis.

Hebreus 7: 9-14 E, por assim dizer, por meio de Abraão, até Levi, que recebe dízimos, pagou dízimos, porquanto ele estava ainda nos lombos de seu pai quando Melquisedeque saiu ao encontro deste.  De sorte que, se a perfeição fosse pelo sacerdócio levítico (pois sob este o povo recebeu a lei), que necessidade havia ainda de que outro sacerdote se levantasse, segundo a ordem de Melquisedeque, e que não fosse contado segundo a ordem de Arão? Pois, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da lei. Porque aquele, de quem estas coisas se dizem, pertence à outra tribo, da qual ninguém ainda serviu ao altar, visto ser manifesto que nosso Senhor procedeu de Judá, tribo da qual Moisés nada falou acerca de sacerdotes....

            Nos versículos de Hebreus 7:9-14, o apóstolo Paulo, de maneira bastante elucidativa, mostra que sacerdócio levítico, dízimos e lei, estão tão intrinsecamente ligados que não subsistem independentemente um do outro (Creio que a palavra lei aqui se refere à  Lei Cerimonial, incluindo os dízimos os quais se constituía na recompensa aos levitas e sacerdotes por todo o cerimonialismo por eles ministrados no Santuário, uma vez que mudança na lei moral é inadmissível). Transmite-nos, também o apostolo, as inovações e conseqüência que o sacerdócio de Cristo trariam ao antigo sistema entre as quais poderíamos citar: 

            1) A atual realidade do povo de Deus  é bastante diferente da época em que Deus institui o sistema de Dízimos e ofertas aos israelitas, onde se atendia a uma estrutura sócio religiosa que se adequava a tal sistema. Hoje não estamos mais divididos em tribos (sem levitas ou sacerdotes como intercessores do santuário terrestre). Também não se pode aplicar a igreja à forma de governo teocrático;  

            2) A doutrina do santuário, da qual, como Adventistas do Sétimo Dia, somos ardorosos defensores, apontava-nos para uma mudança radical no cerimonialismo judaico, elevando cada membro da igreja a categoria de sacerdote, e a Jesus como o Sumo sacerdote da Nova Aliança. Tal modificação torna irrelevante a herança    biológica dos levitas, já que nosso Sumo Sacerdote pertence à outra tribo, da qual ninguém ainda serviu ao altar

            3) A necessidade de mudança na lei, predita pela própria lei e pelos profetas, confirmou-se na cruz, a qual introduziu, com toda a autoridade Divina, uma modificação geral na forma de relacionamento do pecador com o seu Deus.

            Mas se alguém deseja continuar a dizimar realmente [literalmente] de acordo com as Escrituras, creio que não estaria cometendo nenhum pecado, entretanto teria que fazer o seguinte:

            1) Deixar seu trabalho e comprar uma terrinha, de modo que pudesse criar seu gado e plantar e colher [grãos, verduras e frutas].

            2) Encontrar algum descendente de Levi, para sustentá-lo [e este a um descendente do levita Arão (que realmente seja sacerdote, no Templo, em Jerusalém)].

            3) Usar suas colheitas para observar as festas religiosos do Velho Testamento (tais como Páscoa, Pães Asmos, Pentecostes, Tabernáculos) [quando, como e onde Deus ordenou. Literalmente];

            4) Começar por dar pelo menos 10 por cento de todas as suas colheitas e rebanhos a Deus; a fim de que o levita, o pobre, a viúva,  e o estrangeiro não passassem necessidade

            Penso que todos nós concluiríamos que isto é completamente absurdo! Todos reconhecemos que Cristo tem abolido o sacerdócio levítico, os sacrifícios de animais, e as festas religiosas, em Cristo. Bem, se isto é verdade, por que estamos tentando segurar [manter] o dízimo, que foi parte e parcela de todas essas ordenanças do Velho Testamento?

Heráclito Fernandes da Mota

Membro leigo da IASD João Pessoa (PB)

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